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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Crise com o GDF

Presidente do PSB pede exoneração de cargo no GDF

Após as várias divergências entre integrantes do PSB-DF e o governo do DF, nesta terça-feira (27) o presidente da Regional do partido, Marcos Dantas, entregou pedido de exoneração do cargo de conselheiro do Conselho de Administração da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). A nota foi distribuída ainda há pouco pelo PSB-DF. Leia o documento: ...
Nota à População do DF
O presidente do Partido Brasileiro do Distrito Federal (PSB-DF), Marcos Dantas, entregou na tarde desta terça-feira (27) pedido de renúncia ao cargo de conselheiro do Conselho de Administração da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).
O PSB-DF tem realizado plenárias zonais e acordado, por ampla maioria dos filiados, deixar a base de apoio ao governo do Distrito Federal. Diante do posicionamento, Marcos Dantas afirmou se sentir constrangido em permanecer no Conselho da Terracap e, interpretando o desejo da militância partidária, resolveu antecipar a entrega do cargo que ocupava no governo local.
A consulta formal sobre o futuro do partido no GDF será feita durante a Plenária Regional da legenda, marcada para 8 de dezembro.

Fonte: Redação / PSB-DF - 27/11/2012

PSB-DF fora do governo Agnelo

O presidente do PSB-DF, Marcos Dantas, renunciou ontem (27) ao cargo de integrante do Conselho de Administração da Terracap. Dantas não aguentou a pressão do senador Rodrigo Rollemberg, que sonha ser governador a todo custo em 2014. Pior: acha que vai vencer…
 
Fonte: Donny Silva

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Posto de Saúde usa máquina de escrever e Agnelo diz que Saúde do DF está entre as mais avançadas do país


Governador Agnelo Queiroz diz que Saúde do DF está entre as mais avançadas do país. Entretanto, não foi o que constatou a presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputada Celina Leão (PSD). Isso é um absurdo, uma falta de respeito com o Servidor Público e com os pacientes. Este equipamento é tão antigo que deveria estar em um  museu”, avalia a deputada.

Declação do secretário de Saúde, Rafael Barbosa em entrevista ao Jornal Brasília em Dia: “A Secretaria da Saúde, em uma primeira etapa, investiu na modernização da rede. Hoje, o DF é a única unidade da federação que tem quase 100% de seus hospitais e centros de saúde com prontuário eletrônico informatizado. O doente que é atendido no Hospital de Base, se chegar  no hospital de Brazlândia, tem o prontuário dele direto no computador. Dessa forma, evita-se uma série de perda de exames que se tem que repetir, receitas, histórico do paciente.”

Durante visita ao Posto de Saúde do Núcleo Bandeirante, a deputada Celina Leão se deparou com um arquivo morto que ocupa a maior sala do local, com inúmeras prateleiras abarrotadas de prontuarios, que continuam sendo feitos artesanalmente. “É uma situção vergonhosa para a  capital do país e, ainda contradiz todo o discurso do governo de que informatizou a Saúde”, lamenta Celina Leão.


Fonte: Celinaleao.com.br - Jornalista Irene Cavalvante

Vigilância armada nas escolas


A distrital Celina Leão apresentou projeto de lei determinando que as escolas do Distrito Federal - não só as públicas, mas também as particulares - mantenham vigilantes armados. O maior objetivo, claro, é a segurança dos alunos. Celina registra, porém, que cada vez mais as escolas contam com equipamentos caros, como computadores, laptops e máquinas fotográficas, que funcionam como ímãs para a bandidagem.

Liderança nacional
Para fundamentar sua proposta, Celina Leão encontrou uma pesquisa da Unesco que aponta o Distrito Federal como líder nacional em roubos e furtos a escolas. 

Fonte: Do Alto da Torre com Eduardo Brito




Esplanada com Leandro Mazzini


Derrotado, PT freia metrô de Salvador
Um episódio palaciano, envolvendo a presidente Dilma e um grande empreiteiro, revela como o PT barra as obras do metrô de Salvador após o resultado da eleição em que saiu derrotado na capital. O empresário César da Matta Pires, da OAS, fez estudo com linha ligando o aeroporto aos principais bairros. Como o bilhete ficaria R$ 6 (muito caro), procurou a presidente e o governador Jaques Wagner para tentar Parceria Público-Privada. Tudo ok, a OAS financiou o candidato Nelson Pelegrino como condicionante para o projeto sair. Como ele perdeu, Dilma e Wagner vetaram.

Fora dos trilhos
Com a vitória de ACM Neto, do DEM, rival ferrenho dos petistas, o PT desistiu do projeto e Matta Pires ficou na mão. Detalhe: o metrô não entra nos trilhos há décadas, desde o reinado ACM.  

Vagão a R$ 3...
Matta Pires não desistiu e tenta diretamente com a presidente, sem passar pelo governo de Salvador, uma solução. Com PPP, o bilhete do metrô sairia a R$ 3.

...Desgovernado
Mas para o projeto sair, é o governo Wagner quem teria de subsidiar os outros R$ 3. Como nada avançou, o PT já deu recado de quer o projeto para ACM Neto faturar como prefeito.

Passeio completo
Uma prática de turismo político cada vez mais comum: Os deputados estaduais de todo o País têm viajado, com direito a acompanhantes e dinheiro das Assembleias, para eventos promovidos pela Unale – União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais. Na última excursão, deputados mineiros foram para o México no feriadão de finados. 

Bancada dos Curiosos
Os deputados também deram de penetras em evento nos Estados Unidos, onde republicanos e democratas discutiam o futuro norte-americano. Como a Conferência Nacional dos Legislativos (dos EUA) era aberta, a Unale cadastrou algumas excelências para o passeio em Chicago, de 6 a 9 de Agosto.  

Sarney eterno
Um servidor do Congresso que promove “série de entrevistas históricas com o presidente José Sarney”, na TV Senado, pediu colaboração do povo via internet e teve de driblar constrangimentos, como ser ele todo-poderoso e o Maranhão o estado mais pobre do País, pergunta de Tonicesa Badu.

Caixa
A Associação dos Servidores da Fazenda (Assefaz) nega crise, fala em perdas pontuais e sazonais de caixa, mas pode chegar a R$ 15 milhões o rombo nas contas deste ano.

Primavera-verão
Apesar das chuvas que atingiram várias regiões do País nos dois feriadões deste mês, o tempo secou no Sul e a umidade relativa do ar continuou baixa em 20 grandes cidades.

Roleta e divã
Os cassinos da África do Sul criaram o Centro de Apoio aos Jogadores, para tratamento de ludopatas (os viciados), dentro dos próprios estabelecimentos. Já os defensores dos cassinos alegam que os viciados são muito poucos, e o governo lucra com impostos.

Combate ao câncer
O Instituto do Câncer Dr. Arnaldo, que atenderá 100% pelo SUS, pleiteia junto aos 70 deputados da bancada paulista em Brasília emendas para comprar equipamentos de ressonância magnética e acelerador linear para radioterapia. O próprio patriarca do hospital fez o périplo. 

Jefferson, de novo
O governo federal (não se descarta sua polícia) mira o setor de seguros e resseguros no Brasil. O alvo pode ser a Susep. Por acaso, o único órgão onde Roberto Jefferson (PTB) apadrinhou diretores. Jefferson foi delator – e não menos culpado – do esquema do mensalão.

Guerra...  
Mais próximo político do ex-presidente Lula, o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) desabafou dia desses: “Em pleno governo do PT tivemos um Engavetador Geral da República. Com uma diferença, que foi para beneficiar os tucanos”. 

...dos Mensalões
Devanir fala do ex-chefe do MP Antonio Fernando de Souza, que denunciou os mensaleiros mas, segundo o petista, fez vista grossa para o suposto mensalão tucano em Minas, “com 79 envolvidos”.

Índio quer fazenda
Índios de todo o País estão acampando em Brasília. Pressionam o Ministério da Justiça a publicar a Portaria 303, que define novas regras para desapropriar fazendas para a criação de reservas. 

Ponto Final
A CEB, além de colocar seus funcionários em risco, mete a faca no consumidor. Cobrou R$ 7 de taxa de iluminação este mês nas contas. Apesar dos apagões.

Fonte: Jornal de Brasília

A vida embaixo de pontes e viadutos do Distrito Federal


Vivendo em condições precárias e sujeitos à violência, mais de 2,5 mil moradores de rua preenchem parte de um cenário crítico do DF. Entre estes, 319 famílias que se encontram sem perspectivas de melhoria de vida procuram abrigo embaixo de pontes e viadutos.

Os números fazem parte de  pesquisa feita pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) sobre a população em situação de rua na unidade da Federação. Ainda conforme o estudo, 67% dos adolescentes conciliam suas atividades para ajudar no sustento da família, mas mantêm os estudos, comparecendo   às salas de aula. A pesquisa constata, ainda, que 86,4%  possuem o Ensino Fundamental incompleto.

Com lonas e pedaços de madeira, aos poucos os detalhes de uma “casa” vão surgindo. As pilastras de concreto substituem as paredes e permitem que as famílias emoldurem seus lares. Para muitos deles, as  questões financeiras e pessoais, como o desemprego e a depressão, são alguns dos vários motivos que os levam a viver nestas condições. 

Com a chegada de um dos períodos mais frios à cidade, o final do ano, há um aumento significativo de famílias que  migram de outros locais em busca de um pouco de proteção embaixo das pontes e viadutos. De acordo com a Sedest, essa ação acontece, pois a expectativa das famílias é receber doações, como cestas básicas e roupas.

Há mais de dez anos morando embaixo de um dos viadutos da L2 Norte, Valfredo Cristovão, de 41 anos, recolhe material reciclável e, com o dinheiro que ganha, se esforça para dar o que comer aos seus três filhos e mulher. Todos vieram de Salvador (BA), em busca de trabalho e um lar. “Cato minhas latinhas e materiais em cobre para revender a uma empresa, mas infelizmente não é o suficiente” diz.

Vivendo um dia de cada vez
Enfrentando fortes chuvas e vencendo um dia por vez, a família de Valfredo Cristovão almeja um futuro melhor para os filhos. Dois deles estão matriculados em escolas públicas. “Não quero que meus filhos levem essa vida para sempre. Eles são a promessa de uma vida melhor”, enfatiza Valfredo.

Assim como a família do catador de material reciclável, outras seis famílias moram embaixo da ponte que liga a região administrativa de Taguatinga a Samambaia. Expostos ao perigo do Córrego Taguatinga, barracos são montados e equipados com televisão, geladeira, fogão e até tanquinho elétrico para lavar roupas.

Morando com seu marido e quatro filhos pequenos, Adriana Alves Guimarães, de 26 anos, veio para Brasília a convite de seu cunhado, pois, segundo ele, a cidade traria ótimas oportunidades de emprego e melhorias na vida do casal. “Acreditamos nas palavras dele e já temos um ano neste local. É uma luta diária pela sobrevivência”, conta a jovem mãe.

A única renda da família vem do marido de Adriana. Porém, ele trabalha como jardineiro esporadicamente e ganha um salário-mínimo de R$ 622 por mês. De acordo com Adriana, entra mês, sai mês e a família continua passando  necessidade. Por isso, descarta a possibilidade de arranjar um local para alugar. “Se acatarmos essa hipótese, ficaremos com fome”, fala.

Alternativas
Contudo, algumas alternativas de melhoria já estão nos planos da família. Após o Natal, todos seguirão para a cidade natal e sua filha mais velha, de  cinco anos, entrará na escola no início de 2013.

Para famílias como as de Valfredo e Adriana, a  Sedest disponibiliza o Serviço de Abordagem Social, que é feito sistematicamente, a fim de fornecer ajuda por meio de equipes formadas por educadores, assistentes sociais e psicólogos. No momento da abordagem, o projeto visa encaminhar as famílias para as unidades de proteção social da secretaria, o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), garantindo os direitos de cada cidadão.

Para este processo é feita uma análise das demandas individuais para saber ao certo como serão feitos os encaminhamentos   necessários. “Todas as ações para o enfrentamento da situação de rua devem ser integradas com as secretarias de Saúde, Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, Segurança Pública entre outras”, explica a Sedest.

Ponto de vista
Segundo a professora do curso de Serviço Social da Universidade Católica de Brasília, Karina Figueiredo, a  maioria das pessoas que se encontra em condições precárias embaixo de pontes e viadutos do DF é de baixa escolaridade  ou passou por algum transtorno em suas vidas.

“Estas famílias estão vivendo esta realidade, pois, não possuem alternativas de uma perspectiva de vida melhor”, explica. Em outros casos, parte dos moradores de rua de Brasília são pessoas que vêm de outro estado em busca de crescer financeiramente. Quando o objetivo não é alcançado, as ruas são o local mais acessível. “Já estavam sem dinheiro, não conseguem emprego e a situação piora”, diz.


Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

Tá falado, coronel 'Celina Leão'



"O comandante diz que o movimento dos policiais militares só poderia ser da oposição. Como assim? Ele só pode estar desesperado em achar que uma moça loira e bonita e uma senhora manca poderiam parar a PM e fazer mal para a população".
 
Frase de Eliana Pedrosa, Deputada Distrital, irritadíssima porque o comandante da PM, coronel Suamy Santana, atribuiu a operação tartaruga à oposição, após ela própria e a deputada Celina Leão comparecerem a assembleia da categoria.

Fonte: Coluna Do Alto da Torre / Jornal de Brasília