Páginas

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Entorno: Crianças órfãs sofrem por falta de doações

Há poucos quilômetros da Capital, crianças e adolescentes vivem à margem da sociedade, abandonados por seus progenitores ou deixados em creches durante todo o dia para que os pais possam trabalhar. Os orfanatos e creches é a única opção para quem foi desamparado ou não tem condições de pagar uma creche particular para seus filhos.
O Orfanato Cristo Vivo, fundado em 1985, localizado na cidade de Valparaíso, é um dos exemplos de instituições que sobrevivem apenas por meio de doações, muitas vezes incertas. O local abriga cerca de 110 crianças e adolescentes, na faixa etária entre 5 a 15 anos. Lá se desenvolvem atividades nos períodos matutino e vespertino, como: artesanato, informática, cabeleireiro, costura. No entanto, nada é voltado para a área educacional. “Não temos nenhum vínculo governamental. Não recebemos nenhuma verba do governo. Às vezes temos um pouco de suprimento. Em outras ocasiões, ficamos sem receber nada. Dependemos apenas de doações voluntárias”, afirmou Alex Lucas, secretário administrativo do orfanato.
Situação mais precária é a da Comunidade Católica Azinheiras da Justiça, que é administrada pela irmã Bernarda Bastos, uma leiga consagrada, que dedica sua vida aos menores abandonados e às mães que foram desamparadas por seus maridos. “Começamos nosso trabalho em 2002 com as crianças, mas logo após passamos a acolher mulheres que estavam grávidas e não tinham para onde ir. Com o ingresso das mulheres em nossa comunidade, criamos a Casa Maria Madalena, uma filial que cuida dessas mulheres”, afirmou irmã Bernarda. Ainda de acordo com a irmã, já houve vários períodos em que faltaram mantimentos na comunidade. “Já tiveram dias que chegou a faltar até arroz e feijão. Minha esperança é que estamos firmando um convênio de parceria com a Prefeitura de Valparaíso, o que vai ajudar bastante”, finalizou a religiosa.
Diante desse cenário de abandono e carência, nasceu o Grupo Solidário, fundado e coordenado por Diego Assis, um jovem de 26 anos, que teve a ousadia de formar um grupo de voluntários para ajudar as crianças carentes do Entorno. O grupo já conta com 465 membros em uma comunidade do Facebook, além de já ter sido entrevistado pela TV Anhanguera, filial da Rede Globo em Luziânia. “Nossa missão é ajudar os orfanatos, creches e bairros carentes. Não temos nenhuma ajuda política ou algo do tipo. Contribuímos principalmente em datas especiais, como na Páscoa e no Dia das Crianças, com alimentos e brinquedos”, declarou Diego.  O coordenador do Grupo Solidário revela sua gratidão em ajudar as crianças. “É maravilhoso vermos o sorriso estampado no rosto das crianças quando são presenteadas”, concluiu.
Contato para doações:

INSTITUIÇÃO
TELEFONE
Comunidade Católica Azinheiras da Justiça
(61) 3629-6207 ou (61) 9158-6611
Orfanato Cristo Vivo
(61) 3629-2806
Casas Lares Rebecca Jenkins
(61) 3625-2312
Casa de Moisés
(61) 3618-5322
Lar das Crianças André Luiz
(61) 3621-1349
Orfanato Coração de Maria
(61) 3620-0097

Fonte: Guardian Notícias - Por Fred Lima

As cores da política do DF vem perdendo a tonalidade

ARTIGO

Brasília já foi uma Capital de muita movimentação política. Nas ruas, em período eleitoral, os militantes partidários tomavam conta da cidade promovendo passeatas nos semáforos, distribuindo “santinhos” de políticos aos motoristas e bradando os nomes de seus candidatos.  De quatro em quatro anos, a maioria da população do DF se dividia entre o azul e vermelho, as duas cores predominantes dos principais partidos à época: PMDB e PT.

O cansaço com a polarização desses dois partidos levou o brasiliense a seguir para uma terceira via, o verde, a cor que simbolizava a esperança. A grande maioria da cidade quis colocar um galho de arruda atrás da orelha.

Com o passar do tempo, o ramo de arruda que havia florejado, secou. A esperança do verde se transformou em uma cor parda e seca, ou seja, morreu. A folha seca acabou matando os sonhos de muitos brasilienses que, até então, admiravam o tom da esperança.

Com o desaparecimento do verde, a cidade acabou optando novamente pelo vermelho, a cor que para muitos lembram o sangue e a luta. Com isso, o povo almejava uma batalha contra a corrupção e os problemas da área da saúde. No entanto, dessa vez aconteceu um fato inédito: o vermelho se aliou ao azul, e, juntos, se misturaram e resultaram em uma cor roxa, fria, confusa, que não simbolizava nada.

Novamente o eleitor se decepcionou. E agora, promete se vestir de preto nas eleições de outubro, como uma forma de protesto, anulando o voto, caso não surja uma cor inédita que possa dar o tom necessário que a cidade precisa.

PPS e PSB são partidos que ainda não governaram o DF. Quem sabe não chegou à vez do rosa, uma cor feminina, que transmite sensibilidade, delicadeza e muita personalidade? Ou então o amarelo da cor do sol, com seus raios que iluminam?

As cores são apenas uma forma metafórica de analisar a política local. Elas dizem muito sobre o atual cenário em que estamos vivendo. Brasília cansou do azul, vermelho e verde, e de suas fusões.

Chegou a hora de pintar essa cidade com uma nova cor, consistente, que não perca a tonalidade com o passar do tempo.

O pincel está nas mãos do eleitor. Ele é quem decide com que cor vai querer pintar a Capital.



Fonte: Guardian Notícias - Por Fred Lima

Para melhorar imagem, Detran-DF quer gastar R$ 92 mil em 40 mil bonés

Acessórios serão entregues como brindes a motoristas a partir do carnaval. Detran diz que medida pode ajudar a rever visão negativa sobre o órgão.


O Detran do Distrito Federal pretende gastar este ano R$ 92 mil na compra de 40 mil bonés. Os acessórios, afirma o departamento, serão distribuídos como brindes em campanhas educativas de trânsito. A entrega do material pela empresa vencedora da licitação deve ocorrer até o início de março, informou o Detran.

No edital de licitação, o Detran diz que a medida tem como objetivo "quebrar certos paradigmas" e aproximar a autarquia e motoristas. O departamento relata ainda no documento que a "rejeição ao Departamento de Trânsito está ligada ao caráter punitivo das ações de fiscalização e policiamento". "Com isso, os materiais utilizados nas campanhas educativas permitem quebrar certos paradigmas, aproximar diretamente a autarquia e a comunidade, e criar a oportunidade de alterar a visão popular negativa sobre o Departamento de Trânsito."

Uma das campanhas educativas deve durar o ano todo, abordando assuntos relacionados ao respeito à vida no trânsito. A segunda, prevista para ser realizada nos meses de fevereiro, junho e setembro, vai abordar a ingestão de álcool e a direção. A terceira campanha tem calendário previsto para março, abril, agosto, outubro e dezembro, e irá abordar o respeito ao pedestre.

Se o Detran gastar os R$ 92 mil previstos na licitação, cada boné deve custar R$ 2,30. Dos 40 mil acessórios, 20 mil serão da cor amarela e devem ter as logomarcas do órgão e a mensagem com o tema de cada campanha. A outra metade será da cor branca.
Redução no número de acidentes
O Detran afirma que as campanhas educativas de trânsito "mostraram-se fundamentais tendo em vista a quantidade de acidentes com mortes, número ainda bastante elevado e que faz do Brasil o quinto país com o trânsito mais violento do mundo".

Um balanço preliminar divulgado pelo órgão no início de janeiro mostra que o número de pessoas que morreram no trânsito em vias do DF caiu 10% na comparação entre 2013 e 2012. O órgão informou que 375 pessoas morreram em acidentes de trânsito em 2013 contra 417 no ano anterior.
Investimento em educação menor em 2013
Levantamento feito pelo G1 mostra que entre janeiro e novembro de 2013 e 2012 o Detran gastou menos em campanhas educativas. Foram R$ 981 mil até novembro de 2013. Em 2012, o gasto foi R$ 2,5 milhões. A diferença é de 62%, com R$ 1,6 milhão a menos no período analisado.

Em gerenciamento eletrônico de trânsito, o que inclui os semáforos, o Detran gastou R$ 35 milhões até novembro de 2013 contra R$ 53 milhões em 2012. Os números representam gasto 32,5% menor, com R$ 17 milhões a menos.
Em policiamento e fiscalização de trânsito, o departamento gastou R$ 8 milhões até novembro de 2013. Em 2012, foram R$ 15 milhões. A diferença está em 46,5%, com cerca de R$ 7 milhões a menos.
Na concessão de benefícios e contratação de novos servidores, o órgão gastou R$ 19 milhões no exercício de 2013. Em 2012, o gasto foi R$ 13,8 milhões. A diferença é de 37,7%, com R$ 5 milhões a mais.

No que diz respeito à arrecadação, também há aumento no período pesquisado. O Detran arrecadou, até novembro de 2013, R$ 99,7 milhões em multas previstas na legislação de trânsito. Recebeu ainda outros R$ 11,6 milhões de multas aplicadas pela PMDF, totalizando 111,3 milhões. Em 2012, a arrecadação ficou em R$ 110 milhões. A diferença está em 9,4%, sem considerar o valor restituído pela PMDF.

Fonte: G1

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Filé Mignon

Duda Mendonça fechou com Junior Friboi, talvez o candidato mais rico destas eleições, que fará sua campanha para o governo de Goiás.

Um contrato de cerca de 20 milhões de reais para cuidar das propagandas de rádio e TV.

Por Lauro Jardim

2ª Etapa do Top Blog 2013: Blog Fernando9nahora fica entre os 100 melhores do País

Mais uma vez estamos concorrendo ao Top Blog e na primeira etapa ficamos entre os 100 melhores do país. Isso só foi possível com o voto de vocês. Agora peço seu voto novamente para a segunda etapa.
O período de votação da segunda etapa pelo júri popular (Internauta) e avaliação pelo Júri Acadêmico começa no dia 10/02/2014 e encerra no dia 10/03/2014, às 14h.
Peço a ajuda de vocês para votarem e divulgarem para seus amigos. É possível votar uma vez com email e uma vez com o facebook.

Para votar clique Aqui

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Saiu na Mídia


Deputada Celina Leão pede anulação de contratação de Pardais

A deputada Celina Leão (PDT) protocolou, na tarde desta quarta-feira (12), uma ação popular, onde propõe a anulação judicial de dois contratos emergenciais firmados entre o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN-DF) e empresas prestadoras de serviços de fiscalização eletrônica, popularmente chamados de “pardais”, firmados de forma ilegal, com dispensa irregular de licitação.

“O DETRAN vem com esta prática desde 2012 e mesmo alertado pelo Tribunal de Contas continua celebrando sucessivos contratos emergenciais, em prol de um grupo de empresas, o que demanda anulação desses contratos e apuração da responsabilidade civil dos agentes públicos e dos diretamente interessados em contratos ilegais”, explica a d
eputada.
Como vem sendo pontual a contratação de serviços de manutenção de câmeras de fiscalização de trânsito com dispensa de licitação, de forma irregular, o Tribunal de Contas do DF instaurou processos de fiscalização e já notificou o órgão para que cesse com a prática. Isso porque contratos emergenciais são para acobertar situações urgentes. “Como se falar em urgência nesses sucessivos contratos, desde 2012?”, indaga Celina Leão.
Para Celina a  fiscalização da velocidade de trânsito é um serviço essencial para a segurança e um serviço permanente, que deve ser objeto de licitação. “Com as sucessivas dispensas de licitação e com a morosidade no processo de licitação só posso concluir que  há má gestão da coisa pública ou falta de lisura, que se exige do administrador público”, avalia a parlamentar.
Fonte: Assessoria de imprensa