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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aécio nega acordo (já) com Cabral (PMDB) mas admite a aliança

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), pré-candidato da legenda à Presidência da República nas eleições de 2014, negou nesta terça-feira que esteja negociando aliança com o governador Sérgio Cabral (PMDB) no Rio de Janeiro. A relação de Cabral com a presidente Dilma Rousseff anda desgastada pela inclinação do Planalto em apoiar o senador Lindbergh Farias (PT) ao comando do Palácio da Guanabara.
"Ninguém vai fazer uma aliança neste ano para uma eleição que será no ano que vem. Não me movo hoje para uma aliança específica no Rio", afirmou Aécio Neves em entrevista coletiva. Para ele, as alianças "surgirão com a naturalidade possível".
"Estamos muito longe para tratar dessas questões. O PSDB vai construir, a partir de agora, uma grande e ousada agenda para o País", disse o pré-candidato. Ele prometeu ainda um acompanhamento mais atento às ações do governo. "Não vamos deixar pergunta ou ação equivocada do governo sem resposta", afirmou.
A eleição de Aécio Neves como presidente do PSDB no dia 18 de maio marcou sua pré-campanha ao pleito de 2014. Desde então, o senador intensificou a veiculação de vídeos publicitários que enfatizam sua atuação política. A exibição dos vídeos foi suspensa ontem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Hoje, Aécio não comentou o assunto: "decisão judicial, a gente cumpre".
Fonte: Notibras

Sem espaço na tv, Tiririca decide ficar na Política


Deputado do PR foi convencido por integrantes da Executiva nacional do partido a participar de mais uma eleição. Pesquisa coloca o parlamentar como bem avaliado nas classes mais baixas em São Paulo
Após ameaçar abandonar a política no fim do mandato de deputado, Tiririca (PR-SP) decidiu ficar na política. Pesou na decisão o rompimento de contrato com a TV Record, onde estava há nove anos, e a pressão feita pela Executiva Nacional do partido. Pesquisa realizada pela legenda coloca o deputado bem avaliado para diversos cargos, como deputado e senador, especialmente entre as classes mais baixas da população em São Paulo.
“Vou dar uma notícia em primeira mão. Rescendi O contrato com a Record para dar sequencia ao trabalho”, disse o deputado em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (28), na Câmara. De acordo com Tiririca, a Record não quis dar um programa para ele. Nos últimos meses, o parlamentar fazia participações no Programa de Tarde, na programação matinal da emissora. “Eles dizem que esse humor não vende. A gente sabe que o humor que está em alta é o stand up”, explicou.
No entanto, de acordo com o colunista de TV do portal UOL Flávio Ricco, a não renovar o contrato partiu da própria emissora. Com a decisão de rescindir o contrato com a emissora, Tiririca decidiu permanecer na vida pública. A partir da postura, a Executiva do PR mostrou ao deputado uma pesquisa revelando que ele poderá se eleger em diversos cenários em 2014. O futuro político, no entanto, ainda não está definido. Questionado se tentará a reeleição, ele brincou: “Nem vou dizer porque pode ser propaganda antecipada”.
Enquanto o deputado não define qual cargo vai disputar no ano que vem, o PR quer fortalecer sua imagem. Ele vai participar de uma caravana pelo estado de São Paulo a partir do próximo mês. A ideia é visitar pelas maiores 50 cidades paulistas mostrando o que fez até agora na Câmara. Mesmo tendo consciência de que não conseguiu aprovar nenhum projeto – “aqui se trabalha muito e produz pouco” -, ele quer passar a imagem de “deputado 100%”.
Já no terceiro ano do primeiro mandato, o deputado mais votado do país com 1,3 milhão de votos garante ter o respeito dos pares e da população. Os colegas, diz, dão conselhos e se mostram interessados no mandato. Já com os eleitores a relação é diferente. “Eles chegam diferente em mim do que em outros deputados. Comigo, eles já chegam chegado. Se eu faço besteira, já me chamam de ‘abestado’”, comparou.
Neste período, Tiririca destacou dois fatos do mandato. O primeiro é sua assiduidade. Ele é um dos que mais compareceu a sessões plenárias. Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco revela que ele é um dos deputados mais assíduos da Casa. O outro é a possibilidade de poder ajudar a população. Ele ressaltou que a votação do salário mínimo foi o melhor projeto que ele participou da análise.
Fonte: congresso em foco

Deputada Celina Leão propõe o "Ingresso Legal" para jogos Esportivos no Distrito Federal

Depois do jogo Flamengo X Santos, no Estádio Nacional Mané Garrincha, com uma arrecadação de quase R$ 7 milhões e ingressos de até 400 reais, bem acima da média nacional, a deputada Celina Leão (PSD) apresentou o projeto de lei denominado “Ingresso Legal”, que proíbe práticas contra a ordem econômica e a economia popular reprimindo o aumento demasiado nos lucros da comercialização de ingressos nas competições esportivas e eventos culturais no Distrito Federal.

De acordo com o PL, o valor a ser cobrado pelos ingressos não poderá ultrapassar 15% do valor da média nacional, que tomará por base os eventos similares ocorridos em diferentes regiões do país. Quando não for possível apurar a média nacional o valor estipulado deverá ser justificado mediante apresentação de planilha técnica e de custos. Para Celina Leão, os preços exorbitantes levaram a população, disposta a conhecer a nova arena e assistir ao jogo, a fazer das “tripas coração” para adentrar ao novo estádio. “Não vou negar que o estádio é um dos mais bonitos do Brasil, mas é o mais caro do mundo. É um investimento muito alto para um estádio, enquanto a cidade carece de outros serviços públicos essenciais e, ainda a população, que nunca terá acesso gratuito, ter de amargar preços abusivos,” avalia a parlamentar. ...

Outro ponto observado são os eventos de grande magnitude, que exigem a participação direta de agentes e veículos oficiais dos poderes públicos. Neste caso,  o PL prevê a cobrança de taxa no valor correspondente no mínimo de 15% do lucro líquido apurado em planilha de custo. “Essa é uma forma de não expor o DF ao ridículo que aconteceu no último jogo, quando o GDF conseguiu retornar aos cofres públicos ínfimos 4 mil reais”, observa Celina.

O PL foi protocolado nesta terça-feira e passa a tramitar nas comissões. Aprovado, prevê punições para o descumprimento do estabelecido. São multas que variam de  50 a 500 vezes o valor do maior ingresso, de acordo com cada competição ou evento e, ainda nos casos de reincidência, a proibição de realização de outras competições ou eventos no DF pelo prazo de um ano. “O projeto preza pela transparência, um preço justo quando cria um parâmetro para a cobrança dos ingressos e um retorno financeiro aos cofres públicos”, conclui a deputada.
Fonte: Estação da noticia - 29/05/2013

terça-feira, 28 de maio de 2013

Governo Agnelo começa a ruir

A notícia do iminente rompimento entre o vice-governador do DF, Tadeu Filippelli (PMDB), e o governador Agnelo Queiroz (PT), espalhou-se rapidamente pela cidade  como rastilho de pólvora. A aliança já vinha demonstrando sinais de fadiga desde meados do ano passado. 

Filippelli mandou recado ao governador dando conta de sua insatisfação. Foi ignorado como são os apelos da maioria dos aliados do atual governo. 

O vice manteve sua posição e, com ela, suas reclamações nos bastidores. Mais uma vez, não surtiram efeito. 

Filippelli resolveu ousar. Posou ao lado do ex-governador Joaquim Roriz, durante missa na Catedral de Brasília. A imagem foi interpretada  como uma demonstração de recomposição de uma velha aliança. PT e governo julgaram ser blefe. Estavam errados.

Agora, Filippelli foi mais longe. Usou a principal ferramenta de comunicação de Agnelo, um grande jornal da cidade, para demonstrar sua insatisfação, colocando-se como candidato à sucessão. 

Reclama da falta de "liturgia". Políticos mais novos desconhecem essa palavra. Já os mais experientes sabem que essas relações não prosperam sem afagos, cortesias e comunicação. Muita comunicação. Uma das áreas mais falhas do governo PT no DF.

Fonte: Redação 

Agnelo e Filippelli, uma aliança desgastada que pode representar o fim do PT no governo do DF

 Novo Caminho pode ter sua principal aliança quebrada para as eleições ao Palácio do Buriti de 2010. O PT e o PMDB dividiram o mesmo palanque em 2014. A chapa saiu vitoriosa. Mas ao que tudo indica, é que as duas legendas podem desatar o laço.

Há três meses, o Blog Rádio Corredor, do portal Guardian Notícias, adiantou que a aliança do PMDB com os petistas poderia ser quebrada e eles poderiam encabeçar chapas de oposição. (Leia aqui). À época da publicação, dez distritais incentivavam um racha.

Ainda de acordo com a Coluna Politiquês, também do portal Guardian, o vice-governador Tadeu Filippelli tem despachado apenas com o assessor de Agnelo Queiroz. A situação só confirma o desalinho entre os dois partidos.

Filippelli também já tem, caso queira disputar o GDF, respaldo político de integrantes da oposição a atual gestão. Em pesquisas de opinião, o nome do vice tem aparecido com mais apatia que o do próprio Agnelo. Isso tem adoçado mais o interesse de chapa única do PMDB.

Uma reportagem publicada pelo Correio Braziliense desta terça-feira, 28, confirma a possibilidade de “quebra da aliança”. “O vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), incentivado por analistas, marqueteiros, pesquisas de opinião, aliados e correligionários, já cogita encabeçar uma chapa contrária à reeleição de Agnelo”, diz a matéria da jornalista Ana Maria Campos.

Espelho - O atrito entre o PMDB e o PT no DF pode ser reflexo do está ocorrendo no Governo Federal. A MP dos Portos transpareceu o estranhamento entre os principais aliados da eleição de 2010. Os peemedebistas queriam travar a votação do projeto. Muitos viram na atitude, uma retaliação ao Palácio do Planalto. O que foi veementemente negado.

Cabe ressaltar que pouco tempo atrás, em março, Filippelli e Roriz se encontraram em uma missa. Para muitos, a imagem dos dois se cumprimentando pode até ter passado despercebida, mas para os políticos representou muita coisa.

Por Elton Santos
Da Redação

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Entorno receberá conjunto de obras rodoferroviárias

Sudeco, em parceria com a ANTT e os governos de Goiás e do DF, anuncia ainda nesta quinta-feira (23) consórcio vencedor que ficará responsável pela realização do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental para implementação da ligação ferroviária ligando Brasília a Goiânia, com estações em Alexânia e Anápolis; percurso será feito através de trem de média velocidade, que opera a 180 km/h; na próxima quarta-feira será publicado edital de licitação do VLT ligando Brasília a Luziânia, um percurso de 60 quilômetros.
Um conjunto de obras estruturantes no setor de transporte rodoferroviário, de cargas e passageiros, foi anunciado na manhã de hoje (23), na Câmara Municipal de Luziânia, durante o Fórum “Mobilidade Luziânia-Brasília”, evento que contou com a participação de prefeitos, vereadores e legisladores de Goiás e do Distrito Federal, além do superintendente executivo da Sudeco, Marcelo Dourado.
No encontro, o governador Marconi Perillo recebeu em primeira-mão, a informação de que a Sudeco, em parceria com a ANTT e os governos de Goiás e do Distrito Federal, anuncia ainda hoje o consórcio vencedor que ficará responsável pela realização do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental – EVTEA – para a implementação da ligação ferroviária ligando Brasília a Goiânia, com estações em Alexânia e Anápolis.
Segundo o governador, a empresa vencedora terá prazo de 10 meses para concluir e apresentar os estudos. A previsão é a de que a licitação para a contratação da empreiteira responsável pela obra seja aberta e concluída ainda no primeiro semestre do ano que vem e a ferrovia colocada em operação no prazo máximo de seis anos.
O percurso será feito através de um TMV – Trem de Média Velocidade -, o mais utilizado em todo o mundo para médias e pequenas distâncias. A uma velocidade de 180 km/h, a ligação entre as duas capitais poderá ser feita em apenas em pouco mais de uma hora.
“Esta obra significa uma completa harmonia na ligação Goiânia/Brasília. É uma obra que eu reivindico há muitos anos. Estamos plantando agora para colhermos os bons frutos muito em breve”, comemorou Marconi.
Na próxima quarta-feira, a Sudeco publicará o edital de licitação do trem VLT ligando Brasília a Luziânia. Os 60 quilômetros entre as duas cidades será feito por via férrea já existente e que, atualmente, é utilizada apenas para o transporte de cargas.
Também para os estudos técnicos desse novo transporte ferroviário de passageiros, o prazo é de 10 meses. Levando-se em conta que a ferrovia já existe e precisará apenas de adaptações e construção de estações, o prazo para que seja disponibilizada aos usuários é de apenas dois anos, segundo informações da Sudeco.
A entrada em operação deste novo modal de transporte de passageiros entre as cidades do Entorno Sul com Brasília desafogará o intenso trânsito da BR-040. De acordo com informações da Sudeco, hoje, mais de 600 mil pessoas fazem, diariamente, o trajeto de Luziânia e demais cidades do Entorno até Brasília. O tempo mínimo da viagem é de duas horas. De trem, o percurso de 60 quilômetros poderá ser percorrido entre 45 e 60 minutos.
Cada composição de VLT, com quatro vagões, cuja velocidade média é de 110 km/h terá capacidade de transportar até 900 passageiros por viagem. Prevê-se que, por dia, serão transportadas entre 40 e 45 mil pessoas. Estudos preliminares da Sudeco indicam que com a entrada em operação do trem, entre 450 e 500 carros e 20 ônibus deixarão de circular pela BR-040 a cada hora.
Ao comemorar o anúncio das duas obras ferroviárias, o governador Marconi Perillo, disse que elas irão se somar às várias intervenções que o governo do Estado estuda implementar para melhorar o sistema de transporte de passageiros no Entorno de Brasília.
Em seu discurso , destacou que no dia 1º de junho próximo serão iniciadas as obras de pavimentação da ligação entre os distritos de Osfaya e ABC, uma rodovia que servirá de alternativa para a ligação das cidades do Entorno Sul a Brasília.
Em fase de conclusão de projeto, estão também as ligações entre Luziânia e Novo Gama, Luziânia e Abadiânia e Luziania e Jardim Ingá. Por intermédio do programa Rodovida Reconstrução,  anunciou também, para o dia 15 de junho, o início das obras de reconstrução da rodovia Luziânia/Vianópolis.
Como alternativa para melhorar o sistema de transporte de passageiros por ônibus dos moradores da região, Marconi informou que o Estado de Goiás está reivindicando assumir a concessão do transporte público entre Luziânia e o Distrito Federal, hoje sob o comando da ANTT.
O assunto já foi discutido pelo Governo do Estado, através do vice-governador José Eliton, com diretores da ANTT durante reunião ocorrida no último dia 22 em Brasília. “O convênio já está aprovado pela ANTT. A minuta será entregue agora ao Governo do Distrito Federal para aprovação. Estamos trazendo para o nosso colo um problema que hoje é da ANTT. Mas estamos dispostos a isso porque queremos melhorar a forma como os passageiros desta região são transportados”, declarou.
Fonte: Brasil 247

PITIMAN QUER SER CANDIDATO A GOVERNO SEM PMDB

O deputado federal Luiz Pitiman quer mesmo ser candidato a governador em 2014 e entrou hoje com pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para desfiliação do PMDB por justa causa.
Ele diz que há uma incompatibilidade política e que foi censurado nas inserções do partido, quando esperava usar o tempo do PMDB para fazer críticas ao governo Agnelo.
Ex-secretário de Obras, Pitiman trabalha para ser candidato ao governo do DF. Com a saída do PMDB, estuda três caminhos para filiação: PP, PSDB ou PSD.
Existe expectativa de Pitiman de que o partido não conteste o seu pedido de afastamento da sigla. Se isso acontecer, ele não corre o risco de perder o mandato.
E assim vai se montando o quadro para as futuras eleições. No entanto, ao contrário do que se previa, a chapa Agnelo (PT) – Filippelli (PMDB) não foi confirmada ao longo do mês de maio. E o blog do Lauro Jardim, da Veja, publicou hoje nota dizendo que os dois estão distanciados politicamente.
Na verdade, nenhum grupo se estruturou para sair na frente. Os pedetistas Reguffe e Cristovam Buarque, por exemplo, perdem tempo e não conseguem se posicionar publicamente sobre as eleições de 2014.
Já o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) tem quatro anos de mandato garantidos depois de 2014 e nada perde se disputar a eleição de governador.
No entanto, ao sair da base de apoio ao governo Agnelo, Rollemberg não fez a necessária avaliação e ficou praticamente sozinho neste ato. Quase todos os integrantes do seu partido ficaram com o governo, criando perspectiva magra para a campanha de Rollemberg ao governo.

Teremos no próximo mês a Copa das Confederações, que vai esvaziar as repercussões políticas. Tudo indica que só a partir de setembro as composições eleitorais começarão a ser apresentadas publicamente. Até lá, tudo é especulação.
Fonte: Blog do Renato Riella