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segunda-feira, 27 de maio de 2013

A presidente da Frente Parlamentar da RIDE, deputada Celina Leão (PSD) participou do encontro dos legisladores da RIDE

O I Encontro dos Legisladores da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE) será realizado nos dias 20 e 21 de junho, em Brasília. As datas foram confirmadas nesta segunda-feira (27), durante reunião preparatória do evento, na Câmara Legislativa. São esperados representantes das Câmaras de Vereadores dos 22 municípios dos estados de Goiás e Minas Gerais que compõem o chamado Entorno do Distrito Federal.
Na reunião desta manhã, o presidente da CLDF, deputado Wasny de Roure, recebeu parlamentares e assessores das câmaras municipais para discutir detalhes da realização do evento. “O nosso objetivo é fortalecer os legislativos locais e trabalhar para incrementar a relação dos governos estaduais, do GDF e do Governo Federal para intensificar a aproximação com as Câmaras de Vereadores”, explicou o presidente.
A presidente da Frente Parlamentar da RIDE, deputada Celina Leão (PSD), destacou a importância do encontro. “O Distrito Federal precisa começar a enxergar os municípios do Entorno como aliados no desenvolvimento, e não como culpados por problemas estruturais, como a saúde pública. Temos que atuar junto às cidades da mesma forma que São Paulo atua com o ABC ou Belo Horizonte com Betim”, observou.
A deputada Eliana Pedrosa (PSD) ressaltou a possibilidade de realização de consórcios intermunicipais. “Os municípios podem realizar consórcios de serviços públicos, como o que já é feito entre o GDF e cidades do Entorno na coleta de lixo. Os municípios podem se unir para contratar um mesmo serviço, o que traz muitas vantagens”, afirmou. Eliana sugeriu aos vereadores presentes à reunião que elaborem uma agenda de demandas para serem debatidas no encontro de junho.
RIDE – A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal foi criada pela Lei Complementar nº 94/1998 e regulamentada pelos decretos nº 2.710/1998 e nº 3.445/2000. Seu objetivo é “articular e harmonizar as ações administrativas da União, dos estados e dos municípios para a promoção de projetos que visem à dinamização econômica e provisão de infraestruturas necessárias ao desenvolvimento em escala regional”.
A RIDE é composta por 22 municípios. Destes, 19 são do estado de Goiás: Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso de Goiás e Vila Boa. Também fazem parte da rede os municípios mineiros de Unaí, Buritis e Cabeceira Grande. ( Por Éder Wen)

Fonte: Blog do Callado

Disputa pelo Buriti

O jogo começou. Desde janeiro, a cada dia novas peças são postas no xadrez político brasiliense. A menos de um ano e meio das eleições, pelo menos duas candidaturas ao governo local são dadas como certas. De um lado, está o atual governador Agnelo Queiroz (PT) e seu vice Tadeu Filippelli (PMDB), ambos candidatos à reeleição. De outro, está o senador Rodrigo Rollemberg (PSB). Também se movem em direção ao Palácio do Buriti o grupo de Roriz, a deputada distrital Eliana Pedrosa (PSD) e alguns partidos de pequeno porte. Nos bastidores, fala-se ainda nos senadores Cristovam Buarque (PDT) e Gim Argello (PTB), nas movimentações de Paulo Octávio e Arruda e nos deputados federais Pitiman (PMDB) e Reguffe (PDT). ...

Diante de tantas possibilidades, se consolidarão os candidatos que conseguirem formar alianças fortes. Por isso, será interessante observar quais serão os caminhos tomados por Cristovam e Reguffe daqui para frente. É fato que se os pedetistas se unirem ao grupo de Rollemberg, independentemente do candidato, terão formado uma chapa forte. Separados, suas chances diminuem bastante. O mesmo vale para Roriz, Paulo Octávio e Arruda. Juntos, podem decidir a eleição. Pesa para essas três lideranças, no entanto, a falta de um nome de consenso. No atual cenário, a indefinição de todos e o passado de muitos favorece o surgimento de uma quarta ou quinta via, quem sabe. Não se pode menosprezar, nunca, a voz das ruas.

A população tem se mostrado insatisfeita com os candidatos. Uma pesquisa realizada no ano passado apontou que 70% dos brasilienses desaprovam o governo. Os eleitores também estão cansados de escândalos e esquemas de corrupção. Os cidadãos querem governantes competentes, sérios e dispostos a trabalhar. Brasília precisa de um líder ético e bom administrador. Se esse sentimento por renovação crescer, o nome do próximo governador poderá surpreender, podendo não ser nenhum dos citados. O povo irá dizer.


Por Adelmir Santana Presidente da Fecomércio-DF
Fonte: Jornal de Brasília - 27/05/2013

Estevão de volta à Política

O ex-senador Luiz Estevão está saindo da moita. Cassado em 2000, pelo desvio de R$ 150 milhões das obras do TRT paulista, ele só poderá voltar a disputar eleição em 2022. Mas Luiz Estevão pretende eleger prepostos já no ano que vem. De acordo com uma pesquisa de imagem que ele encomendou, 250 mil brasilienses estariam dispostos a votar nele. Seria o suficiente para eleger um deputado federal e quatro para a assembleia local. E Luiz Estevão está com bala. Por causa dos processos, passou uma década sem conta bancária. A punição acabou. Ele agora tem até cartão de crédito.

Por Leonel Rocha
Fonte: ÉPOCA.com - Felipe Patury - 27/05/2013

domingo, 26 de maio de 2013

Opinião tudo novo, de novo. Só que não!

Por Ricardo Callado -  A cada eleição se fala em renovação de 50% na Câmara Legislativa. Na prática, isso acontece. Só que esse é o problema. A prática continua mesma. Mudam os nomes. Não muda o jeito de fazer política. O jogo viciado é o mesmo. Salvo raras exceções.
Para 2014, a renovação também será grande. Pode superar a média histórica de 40% a 50%. A razão são três: deputados fracos; ascensão política e aposentadoria.
Não vou citar nomes dos deputados abaixo da média. Será perda de tempo. Muitos são verdadeiros desconhecidos. São os deputados de uma legislatura só. Tiveram a sorte de chegar a Câmara Legislativa e não souberam como se manter.
Vamos aos que deverão tentar o lugar mais alto. São pelo menos seis deputados. Chico Leite (PT), campeão de votos na última eleição, é candidato ao Senado. Se o PT deixar, é claro. O desejo de mudar de Casa vem desde 2010, mas o PT não deixou.
Eliana Pedrosa (PSD) foi a segunda mais bem votada. Depois de três mandatos, decidiu partiu para voo mais alto. Mira o Palácio do Buriti. Mais especificamente a cadeira de Agnelo Queiroz. Está em campanha há pelo menos um ano e meio. Tem o apoio do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab.
Ex-presidente da Câmara Legislativa, Sidney Patrício (PT) vai tentar uma vaga à Câmara dos Deputados. Não vai ser fácil. O PT tem três federais. Outros nomes surgem fortes. Um deles é o secretário de Saúde, Rafael Barbosa.
Patrício vai se agarrar no eleitorado do sempre aliado e ex-deputado Paulo Tadeu, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do DF. Também tenta limpar a imagem junto a corporação da Policia Militar, que já foi seu eleitorado fiel.
Outra que pretende disputar uma eleição majoritária é Liliane Roriz (PSD). Trabalha para encabeçar uma chapa ao Palácio do Buriti. Se não der, é cobiçada para ser vice.
Licenciado desde o começo da legislatura, Alírio Neto faz da Secretaria de Justiça o trampolim para a Câmara Federal. Bem articulado e presidente do PEN, surge com força para 2014. Vem fazendo um bom trabalho no GDF. Vai precisar de uma boa coligação para chegar lá.
Roney Nemer é o nome do PMDB para ser candidato a federal. O partido tem apenas o deputado Pitiman, que está de saída depois de bater de frente com a cúpula da sigla no DF. A candidatura de Roney seria também para atrapalhar os planos de Pitiman.
Um sétimo nome que pretende ascensão política é o de Olair Francisco (PTdoB). Ele já anunciou que pode ser candidato ao governo e ao Senado. Também aceitaria ser vice. A questão é que a turma não o leva muito a sério.
Os políticos que não serão candidatos a nada, por decisão própria ou força maior, são uns cinco. Arlete Sampaio (PT) pode deixar a vida pública. O seu sucessor seria o atual secretário de Desenvolvimento Social do DF, Daniel Seidel.
Atual presidente da Câmara, Wasny de Roure (PT) também pensa em parar. O administrador de Samambaia, Risomar Carvalho, deve ser o substituto natural. Os dois fazem parte do mesmo grupo político. O destino de Wasny pode ser o Tribunal de Contas. Seria um reconhecimento pela vida pública que desempenhou.
Outro que não deve ser candidato é Evandro Garla (PRB). Ligado a Igreja Universal, o deputado deve desempenhar uma outra função. A decisão é da cúpula da igreja, que vai designar um outro nome para ocupar a vaga. Provavelmente do suplente de federal Ricardo Quirino, atualmente na Secretaria do Idoso.
Raad Massouh (PPL) tem situação indefinida. Ele enfrenta um processo de cassação de mandato no Conselho de Ética na Câmara. Se perder o mandato, fica inelegível. Mesmo assim, vai sair baleado do processo. Terá dificuldade em 2014.
Situação semelhante a de Raad enfrenta Benedito Domingos (PP). A justiça não lhe deixa em paz. Os processos não param de andar e se multiplicar. Tem ainda o surgimento de outros candidatos em sua base eleitoral: Taguatinga e a igreja Assembléia de Deus. Se conseguir se safar da justiça, vai penar nas urnas.
Sobraram na disputa doze deputados e uma suplente no exercício do cargo, Luzia de Paula (PEN). Desses, a metade não conseguirá se eleger. Entre os favoritos a se manter na Câmara estão Chico Vigilante (PT), Cristiano Araújo (PTB), Agaciel Maia (PTC), Joe Valle (PSB), professor Israel (PEN), Robério Negreiros (PMDB) e Celina Leão (PSD).
Terão dificuldades Washington Mesquita (PSD), Aylton Gomes (PMN), Dr. Michel (PEN), Cláudio Abrantes (neo PT) e Wellington Luiz (PPL).
Novos nomes e outros não tão novos surgem para ocupar as vagas que serão abertas. Uns bons e outros já reprovados nas urnas. A renovação para melhor depende da consciência política do eleitor. É melhor pensar antes em quem votar, do que reclamar depois.

Entrevista Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) estou trabalhando para que Reguffe seja Candidato ao Governo do DF

Quais são seus planos para 2014?
Estou trabalhando com muito afinco para que Reguffe seja candidato ao Governo do DF.

O senhor é incentivado a ser candidato ao governo?

Fui procurado, sim. Sei que tenho responsabilidade com essa cidade, mas Reguffe representa uma geração nova. Se eu sair do Senado, ninguém vai carregar a minha bandeira nacional em defesa da educação como principal motor do progresso. Com Reguffe no governo, posso continuar o trabalho da luta pela federalização da educação.  ...

O PDT lançaria seu nome para a Presidência?

Não acredito que o PDT queira ter candidato, apesar da existência de um movimento que defenda isso. Mas já comuniquei que não serei candidato. Em 2006, tive 2,5% dos votos, mas deixei a imagem de um romântico combativo pela educação. Se eu for candidato agora, não passo de 5%. E vou deixar a imagem de um perseguidor da Presidência. Vou matar a imagem que construí.

Acredita que  Reguffe quer ser candidato ao GDF?

Ele tem dito que quer, mas acha que não está na hora de tomar a decisão, que ela só deve ser tomada em setembro. Parece perto, mas está longe do ponto de vista da atração de pessoas para o PDT. Tem gente que quer ser candidata a distrital pelo partido, mas aguarda a decisão sobre ter ou não candidato ao governo. Se esperarmos, podemos perder muita gente.

E o senador Rollemberg? Ele sonha em ter o senhor como aliado na disputa ao governo…
Se o PDT não tiver candidato, vamos ter que discutir a possibilidade de apoiar o Rodrigo ou o  Toninho. Mas preferimos que estejam conosco.

Receia enfrentar o PT pela relação com a militância que sempre fez a sua campanha?

Não digo que não faria isso, até porque já enfrentei o PT em plano nacional. Mas me incomodaria ver a militância do PT contra o meu nome. Essa é uma das razões pelas quais eu não fiz campanha no DF em 2006, apesar de ter apoiado a Arlete. E eu adoraria ver a Arlete candidata a governadora de novo. Se ela concorresse, eu defenderia o apoio ao PT e a retomada da aliança em 2014.

O que levou ao seu rompimento com Agnelo?

Ninguém fez mais campanha para o Agnelo do que eu, salvo ele próprio. Depois da eleição, falei que o PDT tinha um nome para a Secretaria do Trabalho, que era o Peniel (Pacheco). Mas meu interesse era a educação e disse que gostaria de ajudar na escolha. Depois, soube pela televisão que ele nomeou alguém da UnB, que é minha base. Isso me incomodou muito. O Agnelo me disse que avisasse o Peniel que ele seria secretário. Mas o deputado Israel Batista veio e negociou uma indicação dele. Foi uma desmoralização completa.  O Agnelo só queria garantir um voto na Câmara, o resto não interessava.

Reguffe tem discurso forte de corte de gastos e defesa da ética. Não seria preciso avançar para concorrer ao governo?
Reguffe foi meu aluno na UnB, mas ele fez caminho próprio e deu certo. O povo não quer ouvir que a educação é o motor do progresso, como eu falo. O povo quer ouvir é sobre o fim de privilégios e de benesses. O Reguffe representa no Congresso o que o Joaquim Barbosa representa no Brasil. Essa é a marca.

Por Ana Maria Campos e Helena Mader
Fonte: Correio Braziliense - Coluna Eixo Capital - 26/05/2013

Filippelli espera sinal do PMDB

Na política, o que parece normal visto de longe, torna-se um alienígena quando se aproxima. Este é o caso da aliança PT-PMDB, tanto a nível federal quanto regional. Aliás, em Brasília é a melhor definição desse jogo de cena. Parece que tudo está uma maravilha, tranquilo em pleno voo de brigadeiro. Mas quando se aproxima, a verdadeira imagem se revela: um ser apavorado e em busca de abrigo. O silêncio de monge beneditino imposto pelo vice-governador e presidente do PMDB local, Tadeu Filippelli dá uma dimensão exata dos silêncios que antecedem as grandes batalhas.
Filippelli nada diz, mas o PMDB nacional já sinalizou que ele pode articular um plano B, caso o PT de Agnelo resolva ser maior do que o fiel da balança. Repetindo: o PMDB tem planos para 2018 e não quer ficar a vida toda tutelando o PT no DF e outras regiões do país. Portanto, Filippelli está com um pé no Palácio do Buriti e outro na margem do rio político. O que tem de lideranças procurando o “tocador de obras”, não está na agenda. Por enquanto, as articulações visíveis de Filip­pelli se restringem a buscar nomes que sejam puxadores de votos, tanto para a Câmara Legislativa quanto para o Congresso. Disse Congresso. Significa que o PMDB tem um plano B que inclui até o Senado. Tudo pode acontecer, incluindo nada.
Se Michel Temer perder a vaga de vice, como tudo indica, a presidente Dilma Rous­seff vai ver os dentes peemedebistas rangendo em sua direção. É por isso que o ex-presidente Lula da Silva está minimizando a crise entre PT e PMDB.
Fonte: Jornal Opção – Coluna Brasília – Wilson Silvestre

Vem aí uma Terceira via com nome surpresa

 
 Senador Gim Argello, meio abandonado pelo PT, debaixo de silêncio, constrói a terceira via de centro-direita com um nome surpresa. As discussões em torno de uma terceira via passando ao largo das duas candidaturas de esquerda, no caso a do governador Agnelo Queiroz (PT) liderando um leque de partido e, na outra, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), aguçam o imaginário dos atores políticos do Distrito Federal. Especulação é o que não falta, principalmente depois que o PT descartou a participação do senador Gim Argello (PTB), que busca a reeleição, na chapa majoritária. Ao retornar para a Secretaria de Habitação o deputado federal Geraldo Magela, o PT sinalizou que a vaga para a disputa do Senado é do partido. Este debate já vinha acontecendo e se multiplicando dentro do PT. Num primeiro momento, a questão era se Agnelo teria fôlego para chegar em 2014 com chances de igualdade com os concorrentes. Falava-se que ele poderia ser substituído. Embora ninguém admita — caso Agnelo continue amargando números ruins na avaliação do brasiliense —, é bem provável que ele fique até o final no governo e seja trocado por outro nome. Gim, que de bobo não tem nada, já foi sondado por um grupo de empresários com contas bancárias acima de seis zeros, para avaliar uma terceira via. Houve duas reuniões. Uma em São Paulo e outra recentemente em Brasília. O personagem que encabeça o nome para governo, está sendo mantido em segredo digno de cofre bancário. Na rodada de conversas já participou o ex-governador José Roberto Arruda, que a princípio teria gostado da ideia, mas não sinalizou nada ainda. Gim participou de todas as conversas e está avaliando qual caminho vai seguir. O senador não quer olhar o futuro com ansiedade, preferindo trafegar numa estrada mais segura, politicamente falando, sem ser atropelado pelas indefinições de aliados, como foi o caso do PT. Gim tem plena convicção de que o PT, depois de atropelá-lo, não vai dar meia volta e estacionar o carro ao seu lado. Sendo assim, ele costura a terceira via calado e sem assustar os adversários. Enquanto isso, Agnelo vai mexendo nas regiões administrativas, cobrando mais comunicação e tapando o sol com a peneira. A última façanha foi trocar o secretário da região Metropolitana do DF, Arquicelso Bites, por Paulo Roriz, que vem a ser sobrinho de Zequinha Roriz. Tanto esforço e quebra de regras ideológicas tem um nome: sucessão. Sua estratégia e colocar as ovelhas desgarradas do arrudismo e do rorizismo sob a proteção do Palácio do Buriti. É a história: o fim justifica os meios, principalmente em política. 
 Fonte: Jornal Opção – Coluna Brasília – Wilson Silvestre