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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Agnelo reabilita Joaquim Roriz

RENÚNCIA OU IMPEACHMENT DO GOVERNADOR AGNELO QUEIROZ FAZ JOAQUIM RORIZ DESISTIR DE LUZIÂNIA/GO

O ex-governador Joaquim Roriz (PSC) já estava de malas prontas rumo a Luziânia, onde pretendia disputar a próxima eleição para prefeito, mas diante da situação em que se encontra o governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), resolveu abortar o plano. Pelo menos por enquanto. O ex-governador avalia que as denúncias contra Agnelo podem resultar em impeachment ou, na melhor das hipóteses, na renúncia do petista.



Diante de um pedido de impeachment Agnelo não terá apoio da população do DF, que já adotou uma alcunha para o governador: Agnulo. A administração do petista não deslanchou nestes cinco meses e nenhuma das promessas de campanha foi cumprida. Nem mesmo a mais emblemática delas para o médico Agnelo: assumir a Secretaria de Saúde por três meses e resolver o problema dos hospitais do DF.



O governador enfrenta agora uma avalanche de denúncias que envolvem o período em que era ministro dos Esportes, no governo Lula, e a campanha. Dentro do PT, a situação de Agnelo também não é tranquila. Cristão novo no partido — o governador era do PCdoB — , ele não conquistou a plena confiança dos petistas. Ninguém no PT se esquece que Agnelo chegou a se reunir com Joaquim Roriz, no ano passado, e que as articulações entre os dois caminhavam para o lançamento de Jaqueline Roriz (PSC) como vice na chapa de Agnelo.



O conchavo só não foi para frente porque o PMDB ficou na mão de Tadeu Filippelli, que atropelou Roriz e fechou com Agnelo. Roriz, que renunciou à candidatura a governador do DF no ano passado por medo de ser barrado pela lei da ficha limpa, avalia que logo haverá nova eleição no DF e que ele não será impedido de participar uma vez que todos que foram atingidos pela lei da ficha limpa acabaram reconduzidos ao cargo.



Em Goiás, a administração do petista Pedro Wilson na Prefeitura de Goiânia foi tão inócua que é considerada pelos analistas políticos como responsável pelo resgate político de Iris Rezende (PMDB). Agnelo pode conseguir a mesma proeza no DF ao reabilitar Roriz para a política.



Fonte: Jornal Opção





Obrigado a Todos pelos 12 Mil Acessos!

É com muita alegria que comemoramos e agradecemos os mais de 12.000 acessos. Aproveitando a oportunidade e reiteramos o nosso compromisso em relatar todos os acontecimentos políticos de nossa Cidade e principalmente os atos da Deputada Celina Leão que estão beneficiando a população do Distrito Federal.

Agradecemos também os blogueiros de nossa querida Brasília por diariamente postarem conteúdos que nos ajudam a divulgar os principais fatos da Política Local.


Fernando Alves

sábado, 4 de junho de 2011

GDF reajusta diárias do primeiro-escalão



Um dia após os secretários ligados à área econômica do GDF irem à Câmara Legislativa para declarar que o sinal de alerta está aceso no DF em relação ao limite de gastos da Lei de Responsabilidade Fiscal, o secretário de Administração, Denílson Bento da Costa, resolveu reajustar em mais de 200% a diária dos ocupantes das principais cadeiras do Buriti.




Antes, quando alguma autoridade viajava, recebia até R$ 118 por dia fora da cidade. Com a autorização publicada hoje, o valor passa para R$ 385, no caso do governador (CNE 01); R$ 354,74, no caso do vice (CNE 02); e R$ 308, no caso dos secretários de Estado (CNE 03). É a tal coisa: aos servidores, a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ao primeiro-escalão, o reajuste das diárias.



A portaria está na página 17 da Seção I da edição desta sexta-feira (03) do Diário Oficial do Distrito Federal.



Fonte: O Distrital

Dinheiro do além na eleição

A saga da empresa que saiu da falência, captou R$ 67 milhões em fundos de pensão de estatais e depois bancou a campanha de quatro candidatos do PT



ANDREI MEIRELES E MURILO RAMOS COM MARCELO ROCHA

Esqueça as tradicionais doações por fora de empresas em busca de favores políticos, os inesquecíveis “recursos não contabilizados” ou, ainda, os toscos pagamentos de caixa dois em sacolas com dinheiro vivo. Nas eleições de 2010, apareceu uma nova “tecnologia” no conspurcado mundo do financiamento de campanhas políticas: o doador que tem cadastro comercial, doa oficialmente, assina recibo – mas ninguém sabe quem ele é. Nem quem recebe e – só mesmo no mal-assombrado reino da política brasileira – nem sequer quem paga. A única coisa palpável é o dinheiro que chega, limpinho, aos comitês financeiros das campanhas. É como se eles fossem doadores-fantasmas.



Só que eles acabam deixando vestígios. ÉPOCA conseguiu capturar um deles. Seu nome é M Brasil Empreendimentos, Marketing e Negócios, empresa com sede no Rio de Janeiro, registrada em nome de um motoboy e de um sargento do Corpo de Bombeiros da Bahia. Ambos moram na periferia de Salvador. Nas últimas eleições, porém, a empresa distribuiu R$ 650 mil em doações a candidatos do PT.



A M Brasil deu R$ 100 mil ao Diretório Nacional do partido, R$ 300 mil ao comitê do governador eleito de Brasília, Agnelo Queiroz, e R$ 50 mil ao deputado paulista Ricardo Berzoini, ex-presidente do PT. Receberam R$ 100 mil também outros dois importantes quadros petistas: o deputado distrital Chico Vigilante, de Brasília, e o candidato derrotado a deputado federal pelo Espírito Santo Guilherme Lacerda, ex-presidente do fundo de pensão dos empregados da Caixa Econômica Federal, o Funcef.



Há recibos e há transações bancárias. Mas ninguém se recorda dessas doações ou da M Brasil. O deputado Ricardo Berzoini diz que não conhece a empresa nem seus donos. Guilherme Lacerda não se lembra deles. Chico Vigilante não lembra. E os responsáveis pela campanha de Dilma não quiseram explicar se lembram. “O importante é que foi uma doação legal, não pedi e não sei quem fez. Essa situação só vai mudar quando for aprovado o financiamento público de campanha”, afirma Vigilante.



O motoboy e o sargento também não confirmam se lembram ou não. ÉPOCA descobriu que quem assina as contribuições em nome da empresa é outro sócio: o radialista Jair Marchesini, um apresentador de televisão com atuação política no Rio de Janeiro. Em 2006, ele concorreu pelo PDT a um mandato de deputado federal, mas não se elegeu. Marchesini foi responsável pelo recrutamento do bombeiro e do motoboy para a criação da M Brasil e de outras quatro empresas. Marchesini nega que eles sejam, bem, laranjas: “Não é nada disso. Eles seriam meus sócios, me ajudariam a dirigir as empresas aqui no Rio”. A acreditar nas palavras de Marchesini, o motoboy e o sargento comungariam de dons sobrenaturais. E não seria o único traço fantástico na história.



Uma história de sucesso



Como uma empresa de papel captou R$ 67 milhões de fundos de pensão e irrigou campanhas leitorais do PT



Marchesini, o homem que colheu seus dois parceiros na Bahia, também é sócio do empresário carioca Pedro Barenboim, dono de uma distribuidora de medicamentos e de uma rede de farmácias no Estado. Há três anos, as empresas de Barenboim estavam perto da falência. Para contornar o problema, ele comprou, por R$ 1.000, o controle da M Brasil. Menos de um mês depois, ela fechou o primeiro de sete contratos com diferentes fundos de pensão. Pelos contratos, os fundos compraram títulos imobiliários da M Brasil. Esses contratos renderam, entre 2008 e as eleições do ano passado, R$ 67 milhões à empresa.



A empresa doou R$ 650 mil a quatro candidatos do PT e à direção nacional do partido



Aos fundos, renderam apenas prejuízo. Entre aqueles que deram dinheiro à M Brasil constam o Cibrius, dos servidores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão subordinado ao Ministério da Agricultura, e o Faceb, mantido pelos funcionários da Companhia Energética de Brasília. Em duas operações, o Cibrius despejou R$ 13 milhões na M Brasil. De acordo com o diretor superintendente do Cibrius, Fabrício Garcia, não houve interferência política na decisão de realizar os investimentos. “Atendemos a todas as exigências técnicas necessárias”, diz. Até agora, o prejuízo do fundo com esse investimento é calculado em pouco mais de R$ 200 mil. “Vamos executar as garantias oferecidas pela M Brasil para recuperar nosso dinheiro”, afirma Garcia.



As perdas do Faceb somam cerca de R$ 130 mil, devido a atrasos no pagamento dos rendimentos por parte da M Brasil – o Faceb investira R$ 4,4 milhões nos títulos imobiliários da empresa, adquiridos em junho de 2009. O fundo dos servidores da Terracap, a empresa estatal que administra os imóveis públicos no Distrito Federal, estima prejuízos na ordem de R$ 230 mil. Permanece duvidoso o motivo por que os sete fundos investiram nos papéis da M Brasil. E todos os responsáveis dos fundos ouvidos por ÉPOCA negam que esses investimentos tenham relação com uma possível ingerência política nos fundos.



Apesar do dinheiro recebido dos fundos de pensão por meio da M Brasil, o grupo Barenboim manteve-se endividado. Os bancos credores executaram as dívidas. Agora, os fundos tentam tomar de Barenboim os imóveis dados como garantia na venda dos títulos. ÉPOCA localizou o empresário Barenboim. Ele reconheceu estar por trás da M Brasil. Mas não explicou a barafunda envolvendo a M Brasil e as doações. Disse apenas que ajudou o PT por ter se tornado um fã do ex-presidente Lula. “Também doei para a campanha do Agnelo porque acho que ele fez um bom trabalho no governo”, afirmou Barenboim.



Agnelo Queiroz foi ministro do Esporte no primeiro governo Lula e diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no segundo mandato do petista. Na Anvisa, assinou ato que beneficiou a empresa de Barenboim, contrariando regras da própria agência. Em dezembro de 2009, Agnelo renovou a autorização de funcionamento da M Brasil. No ano passado, com Agnelo fora da agência, a Anvisa indeferiu um novo pedido de renovação – há uma norma da agência que proíbe que uma mesma empresa atue como distribuidora de medicamentos e farmácia. “Vamos tentar reverter essa proibição na Justiça”, afirma Jair Marchesini, o sócio de Pedro Barenboim.

Os fundos de pensão envolvidos afirmam que acumulam prejuízos com a operação



Por meio de seu advogado, Luis Alcoforado, o governador Agnelo Queiroz afirmou que os atos assinados quando estava à frente da Anvisa são legais e legítimos. “É um tempo considerável para querer identificar conexão entre o ato e a doação. Ninguém sabia, em dezembro de 2009, que Agnelo seria candidato a governador”, diz Alcoforado. Segundo ele, o governador também não conhece os donos da Barenboim. Barenboim afirma que não houve qualquer relação entre a medida de Agnelo quando estava na Anvisa e sua doação à campanha dele. “Nem sabia que ele foi diretor da Anvisa”, disse Barenboim.



O único não petista a receber dinheiro da M Brasil foi o deputado federal Fábio Faria, do PMN do Rio Grande do Norte. É um parlamentar conhecido por flanar em festas do circuito Rio-São Paulo ao lado de estrelas da televisão, como Adriane Galisteu ou Sabrina Sato. Ele recebeu R$ 50 mil. Segundo Faria, um grupo econômico interessado em investir no Rio Grande do Norte ofereceu uma doação legal a seus arrecadadores de campanha. Ele não sabe por que o recibo foi emitido em nome da M Brasil, uma empresa que ele diz nunca ter ouvido falar. “Resolvi ajudar o Fábio porque ele é meu amigo, meu amigão”, afirma Barenboim. “Não sei quem é, nunca vi esse sujeito”, diz Faria.



Alguém, na certa, está vendo fantasmas.



Fonte: Revista Época



NOTA DO BRASÍLA EM OFF



Nesta semana, o deputado Chico Vigilante jogou toda sua ira nos veículos de imprensa, pela cobertura da notícia o envolvendo no suposto esquema de doações da empresa de fachada M Brasil. O nosso Blog foi duramente atacado através de "Nota de Repúdio" escrita pelo deputado e divulgada em vários Blogs da cidade. Os termos da Nota refletem o espírito nada democrático do parlamentar. Fomos chamados de "canalhas e covardes" e advertidos por uma eventual investigação por parte da Secretaria de Segurança Pública do DF, já que o deputado diz ter encaminhado expediente ao secretário Sandro Avelar Torres, pedindo providências.





Faz parte da nossa linha editorial, sempre que possível, comentar ou mesmo analisar matérias de outras fontes jornalísticas. Pelo visto, a nossa análise não foi do seu agrado.



Lembramos ao deputado Chico Vigilante, que o Blog apenas reproduziu a matéria de iniciativa do Jornal de Brasília. Aliás, o deputado não se defendeu das acusações de ter recebido 100 mil reais da suposta empresa, apenas tentou desqualificar o dono do jornal, Marcos Lombardi, e levou a discussão para outro terreno: o Cartel de Combustível, do qual, segundo o deputado, o senhor Lombardi é integrante.



Esbravejar, deputado, não adianta. O fato é que o senhor está sendo alvo de uma denúncia, que tem conotações de verossimilhanças. E a sociedade e, sobretudo, os seus eleitores, esperam uma resposta plausível sobre as estranhas doações que o senhor recebeu na sua campanha eleitoral em 2010. Até agora o senhor nada explicou sobre o conteúdo da matéria.



Quem acompanha a história política do deputado, o vê sempre como uma pessoa de coragem, que denuncia os malfeitores, a corrupção e os descasos na Administração Pública. Por isso a palavra "Vigilante" foi incorporada ao seu nome. Antes era apenas creditada à sua categoria. O governo de Agnelo Queiroz também merece ser "vigiado". É uma pena que o deputado não use essa coragem, quando se trata dos governos de seu partido, o PT. A sociedade perde pela ausência de suas denúncias, como bem fazia nos governos anteiores.



A atitude do deputado de solicitar ao secretário de Segurança Pública que nos investigue é louvável. Não temos nada a temer, pois não o caluniamos, não o difamamos e, tampouco, o injuriamos. Da nossa parte não houve crime. Se o parlamentar entende que matérias jornalísticas, o direito de opinião e a liberdade de imprensa são crimes, o que pensar, então, de doações suspeitas, que muitos políticos recebem para abastecer suas campanhas eleitorais? Ele mesmo representou contra a deputada Celina Leão para que a Câmara Legislativa a investigasse sobre o esquema fraudulento envolvendo, também, a deputada Jaqueline Roriz.



O Caso é mesmo de polícia. Tanto que o senhor Procurador Eleitoral, Dr. Renato Brill, disse que irá acionar, com base nas reportagens do JBr e, agora, da revista ÉPOCA, a Polícia Federal e a Procuradoria do Rio de Janeiro para que procedam uma investigação sobre o suposto esquema montado pela empresa M Brasil.



Quanto ao pedido do deputado para que nos investigue, certamente, a maioria do povo imagina que a Secretaria de Segurança deveria estar mais preocupada com a violência que toma conta do Distrito Federal a ter que desviar o seu foco para "caçar" os críticos do deputado.



Fonte: Brasília em OFF

Celina Leão culpa GDF pelo fim das CPIs e faz protesto

A distrital acredita que a falta de quórum foi ensaiada pelo Executivo para que as comissões perdessem o prazo e fossem encerradas antes de começar
A sessão ordinária de ontem, da Câmara Legislativa, registrou um protesto da deputada Celina Leão (PMN) em que alertou os parlamentares para uma suposta manobra do Executivo que conseguiu impedir o funcionamento das CPIs da Saúde e do DFTrans. A distrital disse que elas foram encerradas antes mesmo de terem começado as suas atividades, por conta do fim do prazo para a eleição de seus presidentes e vice-presidentes. Devido a isso, não houve quórum para votação nos dois casos. “Esse é um protesto contra o sepultamento, sem justificativas de duas CPIs. Somos uma oposição responsável e exigimos respeito. O GDF já estava parado. Agora é a Câmara Legislativa que parou”, afirmou Celina.

                       Foto: Pedro Goularte



A distrital Celina Leão (PMN) ironizou o fim das CPIs exibindo um cartaz na tribuna



A indignação de Celina foi acompanhada pela oposicionista deputada Liliane Roriz (PRTB) que disse que o governo age “de forma nojenta” ao esconder seus motivos para evitar as investigações. “É suja a forma como o governo tem colocado poeira embaixo do tapete”. Outro que se manifestou foi o deputado Olair Francisco (PTdoB), interessado em dar início às investigações sobre possíveis irregularidades no DFTrans. Ele se comprometeu em recolher assinaturas para protocolar novo requerimento de abertura da CPI como forma de reverter a situação. “Queremos transparência. Esses casos têm de ser esclarecidos”.



Diante da colocação dos colegas, o deputado Chico Vigilante (PT), que foi o primeiro signatário da CPI do DFTrans, explicou que o assunto está sendo investigado pelo Ministério Público e manteve-se tranquilo quanto ao acompanhamento que o MP está fazendo sobre as denúncias e que o assunto não morreu: “muitas descobertas estão sendo feitas e muita gente vai penar. Essa investigação vai trazer um novo caminho para o Distrito Federal”.



A deputada Celina Leão não se conformou com o fim das CPIs e para demonstrar sua indignação ironizou a atual situação apresentando um cartaz na tribuna em que exibia a seguinte frase: Pizzaria do Buriti.


Fonte: Jornal Coletivo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Celina Leão protesta contra o fim de CPIs

A deputada Celina Leão (PMN) fez um protesto bem-humorado no Plenário da Câmara Legislativa na sessão ordinária desta quinta-feira (2). Apresentando cartazes com os dizeres “Pizzaria Buriti”, a distrital chamou atenção dos demais parlamentares para uma suposta manobra do Executivo com objetivo de impedir o funcionamento das CPIs da Saúde e do DFTrans. Ambas foram encerradas antes de iniciarem suas atividades, devido ao fim do prazo para a eleição de seus presidentes e vice-presidentes. Não houve quórum para votação nos dois casos.

“Esse é um protesto contra o sepultamento, sem justificativas de duas CPIs. Somos uma oposição responsável e exigimos respeito. O GDF já estava parado. Agora é a Câmara Legislativa que parou”, afirmou Celina.

Também da bancada oposicionista, a deputada Liliane Roriz (PRTB) disse que o governo age “de forma nojenta” ao esconder seus motivos para evitar as investigações. “É suja a forma como o governo tem colocado poeira embaixo do tapete”.

Interessado em dar início às investigações sobre possíveis irregularidades no DFTrans, o deputado Olair Francisco (PTdoB) se propôs a recolher assinaturas para protocolar novo requerimentos de abertura da CPI. “Queremos transparência. Esses casos têm que ser esclarecidos”.

O deputado Chico Vigilante (PT), primeiro signatário da CPI do DFTrans, disse que o assunto está sendo investigado pelo Ministério Público. “Muitas descobertas estão sendo feitas e muita gente vai penar. Essa investigação vai trazer um novo caminho para o Distrito Federal”, ressaltou o petista.

Bruno Sodré de Moraes – Coordenadoria de Comunicação Social

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Celina Leão: ação popular contra desconvocação de professores

A deputada distrital Celina Leão (PMN) protocola às 14h, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, ação popular contra o GDF referente à decisão da Secretaria de Educação, em janeiro deste ano, de cancelar a convocação de 1.545 professores concursados para a rede pública de ensino.



“Essas pessoas têm o direito adquirido de serem nomeadas porque passaram num concurso público. É um absurdo o GDF convocá-las e depois simplesmente voltar atrás. Muitas delas pediram demissão de seus antigos empregos e foram prejudicadas por uma postura ilegal do governo”, afirma a deputada.



A ação popular é um instrumento garantido pela Constituição Federal a qualquer cidadão para invalidar atos administrativos ilegais e lesivos ao patrimônio público. Após a desconvocação por parte da Secretaria de Educação, o GDF prometeu aos professores que as contratações seriam feitas de forma gradual.

Fonte: Carlos Honorato