Páginas

sábado, 9 de abril de 2011

AGNELO QUEIROZ E A DERROTA HUMILHANTE

Derrota humilhante


Governador Agnelo

Estranhamente, o site do TJDF não divulgou a derrota jurídica sofrida pelo governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz. Pobre e desempregado, o motorista Geraldo Nascimento de Andrade valeu-se de um advogado dativo para acachapante vitória sobre Agnelo, que na ocasião era representado por um dos mais importantes escritórios de advocacia de Brasília.

Derrota humilhante do petista Agnelo Queiroz: pobre e desempregado, o motorista Geraldo Nascimento de Andrade valeu-se para sua defesa de um advogado dativo, doutor Marcos Geraldo, da Defensoria Pública, para uma acachapante vitória sobre o governador, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Por outro lado, o derrotado Agnelo foi representado no tribunal por um dos mais importantes escritórios de advocacia de Brasília: Alconforado Advogados Associados.

A Comunicação Social do Tribunal de Justiça do DF, que costuma publicar no site daquela Corte os atos e decisões dos juízes, não divulgou a derrota jurídica que Agnelo sofreu. Pois, em decisão unânime, os membros da Segunda Turma Recursal dos Juizados rejeitaram ação de queixa crime (APJ 2010.01.1.100226-4) impetrada por Agnelo contra Andrade, que delatou o petista de embolsar maços de dinheiro supostamente desviados do Ministério do Esporte.

Outra vez – Já na primeira estância, com base em argumento do Ministério Público, a juíza Elisabeth Cristina Brancio Minaré, do 1° Juizado Especial Criminal, havia rejeitado a mesma queixa crime de Agnelo, em junho de 2010. Com efeito, na época o MP pediu a rejeição da ação e posteriormente o seu arquivamento no TJDF, diante da “falta de justa causa (fato narrado não constitui crime) para o exercício da ação penal”, conforme argumentação do MP.

No palácio do Buriti, auxiliares de Agnelo não quiseram falar com a imprensa sobre a seguida derrota do governador. No meio jurídico, existe a expectativa de que Agnelo vá requerer novo recurso, desta vez numa estância superior. Mas, especialistas sobre o assunto informaram ao jornal Gazeta do DF que a busca de novo recurso pode ser interpretado, no meio jurídico, como um escárnio à Justiça, após tamanha rejeição da ação.

Shaolin – A história do confronto entre Agnelo e o motorista remete à série de diligências desencadeadas em 2008 por policiais da Deco (Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado), da Polícia Civil do DF, que ganhou o nome de Operação Shaolin. Andrade apontou Agnelo como um dos integrantes da quadrilha que desviou cerca de R$ 2 milhões dos cofres da União através de fraudes no programa social Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.

Andrade, 26, é morador de São Sebastião, na periferia de Brasília. Ele denunciou Agnelo aos policiais da PC, em depoimento acompanhado de um promotor público.

De acordo com Andrade, ele estava presente quando Agnelo recebeu uma sacola contendo R$ 250 mil em dinheiro, na noite de 8 de agosto de 2007, na cidade de Sobradinho. Na ocasião, Agnelo estava a bordo de um veículo Honda New Civic de cor preta, de placa JHA 9455-DF, que um policial militar de nome João Dias Ferreira teria emprestado ao petista. Segundo o depoimento de Andrade à polícia, após receber a sacola, o petista passou a contar o dinheiro no interior do carro.

De acordo com as investigações policiais, o mesmo veículo Honda teria sido usado na campanha eleitoral de Agnelo, em 2006, quando o político tentou se eleger para uma vaga ao Senado Federal, pelo Partido Comunista do Brasil.

Esquema – Cinco pessoas foram presas pelos policiais da Deco suspeitas de participar do desvio de dinheiro repassado pelo Ministério do Esporte. O policial militar João Dias Ferreira, Demis Demétrio Dias de Abreu, Flávio Lima Carmo, Eduardo Pereira Tomaz e o contador Miguel Santos Souza. Andrade era motorista do contador.

O dinheiro deveria ser destinado às atividades esportivas para 10 mil atletas carentes de núcleos situados em Sobradinho. O grupo, que era comandado por João Dias, foi acusado de falsificar 49 notas frias para retirar o dinheiro repassado a entidades sociais conveniadas ao ministério, através do Programa Segundo Tempo.

Atualmente, as fraudes ainda estão sendo investigadas por policiais federais da Delefaz (Delegacia Fazendária), conforme o inquérito policial 707/2010 instaurado na Superintendência da PF no DF.

Fonte: Jornal Gazeta do DF

Defensoria Publica processa Governo Agnelo Queiroz

A Defensoria Publica do Distrito Federal ajuizou ação contra o governo petista de Agnelo Queiroz, objetivando a nomeação de candidatos concursados para as vagas disponíveis.

Alega que o governador Agnelo Queiroz deixou de observar as regras que regem o concurso publico ao Não preencher os quadros da Defensoria.

Ao agir assim, Agnelo Queiroz deixou de lado o interesse da população mais carente e desrespeitou o direito dos concursados.

A ação foi ajuizada por Stefano Borges Pedroso, um dos maiores aliados do Diretor Geral, Jairo Lourenço de Almeida e demonstra a insatisfação da Direção da Defensoria com o governador, que, recentemente, cedeu 03 defensores públicos para outros poderes.

A ação corre na primeira Vara de Fazenda Publica do DF, sob o número 2011011047230-7. O processo teve inicio em 22 de marco de 2011.

Fonte: Redação / Blog do Sombra

Novo caminho, novas baixas

Deixam de fazer parte do time da mudança nos cargos de administrador do Núcleo Bandeirante a pedido, BRUNO BIERRENBACH BONETTI e demitido SAULO DE OLIVEIRA DUARTE, de Administrador Regional, da Administração Regional do Setor de Indústria e Abastecimento.

Fonte: Redação / Blog do Sombra

ATENÇÃO...ATENÇÃO

Logo, logo, um "SUPER SECRETÁRIO" será defenestrado do cargo pelo Sr. Governador Agnelo Queiroz.... Guardem bem, "O fim está próximo"....

Fonte: Redação / Blog do Sombra

quinta-feira, 7 de abril de 2011

100 DIAS DE GOVERNO – TONINHO DO PSOL DISPARA: “GOVERNO AGNELO ESTÁ RACHADO”

 100 dias de governo

“Governo Agnelo já está rachado”

O vice Tadeu Filippelli (PMDB) mostra as garras e manda recado ao governador Agnelo Queiroz (PT): “Serei candidato ao governo”. Para o senador Cristovam Buarque (PDT) “é um direito dele. Felicito o Filippelli pela iniciativa”.

“Com apenas 100 dias de existência, o governo Agnelo já está rachado”, avisa Antonio Carlos de Andrade, o Toninho do PSol, ao analisar a declaração do vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) de concorrer à eleição para governador do Distrito Federal. “É um direito político dele. Felicito o Tadeu Filippelli pela iniciativa e disposição de concorrer ao governo do Distrito Federal”, observa o senador Cristovam Buarque (PDT) ao falar do assunto.

A polêmica começou depois de Filippelli conceder uma entrevista ao portal de notícias IG, publicada no dia 27 de março passado, na qual o vice-governador disse ter planos de concorrer ao Palácio do Buriti “no futuro”, segundo as palavras do vice-governador.

Toninho do PSol, que foi candidato ao governo na eleição passada, considera a declaração de Filippelli oportunista e traição ao governador Agnelo Queiroz (PT). “Qual foi o objetivo do vice-governador ao conceder tal entrevista? Será que Filippelli quer mandar algum recado para o Agnelo”, comenta Toninho. “Seja como for, o vice-governador escolheu um péssimo momento para falar de eleição. Logo agora que o governo do Distrito Federal busca estabilidade política após a disputa nas urnas. Aliás, Agnelo enfrentar movimentos grevistas de várias categorias de trabalhadores. E greves sempre trazem problemas para a população do DF”.

Além disso, Toninho acredita que o governo Agnelo está sendo conivente com irregularidades ocorridas em governos anteriores. “Veja só, até agora o governo Agnelo não promoveu qualquer investigação sobre as denúncias de irregularidades antigas”, aponta Toninho. “Acho que isso ocorre porque o atual governo do DF não tem cara e nem coragem, tamanho o leque de aliados”.

“Nesses primeiros três meses do governo Agnelo, continuam acontecendo os mesmos problemas dos governos anteriores. Nada melhorou. Por exemplo, os hospitais públicos continuam caóticos. A rede pública de ensino continua pautando o noticiário dos jornais e a criminalidade campeia em todas as cidades do DF, principalmente nas localidades de Itapoã, Ceilândia e Planaltina”, destaca Toninho.

Cristovam – “Nunca fiz parte do governo Agnelo, embora tenha trabalhado muito para elegê-lo. Sim, eu trabalhei muito para elegê-lo, mas fui descartado antes mesmo de começar o governo”, ressaltou o senador Cristovam Buarque.

“Sobre o governo do DF, ainda não estou vendo qualquer diferença entre a gestão de Agnelo e de outros governos do passado”, comentou o senador.

Ao falar da decisão de Filippelli em concorrer ao governo do DF, Cristovam disse considerar tal pleito um fato normal. “Não acho nada demais. Não vejo nenhum problema nisso, aliás o Filippelli é do PMDB, ou seja de partido diferente do atual governador, que é petista”.

A crítica de Cristovam ao governo Agnelo se estende até ao blog do senador na internet (www.cristovam.org.br), onde ele postou um verdadeiro puxão de orelha no governador, com o título ALERTA: RETROCESSO.

Em um trecho do documento postado, Cristovam denuncia que: “risco de retrocesso é o uso intensivo de propaganda pelo governo, mostrando ações nem sempre totalmente verdadeiras, ao invés de utilizar a mídia para a promoção de serviços públicos como parte do processo educacional da massa, como foi o caso da implantação da Faixa de Pedestres, (no passado). Talvez o risco de retrocesso seja o resultado da falta de definição de uma cara nova (do governo). Isto ocorre quando a política fica subordinada aos interesses pessoais de deputados distritais apegados a cargos, mais do que aos objetivos de interesse público. Este é um retrocesso cujas conseqüências já são conhecidas por fatos recentes (como exemplo a operação policial Caixa de Pandora). Ganhamos as eleições por causa do compromisso de parar o atraso e realizar o avanço (…) contribuir para que o governo dê certo (…) em direção ao ‘Novo Caminho’ prometido”.

Fonte: Blog da Paola Lima

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Crise política em Águas Claras

A exoneração do administrador de Águas Claras, José Júlio Oliveira, é de extrema gravidade. Além de deixar claro o loteamento de cargos, demonstra a falta de conhecimento e de respeito ao Estatuto do PT. O art. 13 define: “São direitos do filiado: …IV — ser denunciado somente por documento escrito e assinado; …V — ser investigado ou processado em Comissão de Ética em sigilo até decisão das instâncias partidárias; …XIV — ser tratado de forma respeitosa, sem distinção de grau de disponibilidade militante”. Ora, Sr. Redator, em qualquer situação deve-se preservar o militante, pois este em muito contribuiu para a vitória de Dilma e Agnelo. Agora, o que se vê é que quem manda no partido é quem tem cargo? E a militância? A Comissão de Ética do Partido dos Trabalhadores (PT-DF) deve se pronunciar!

» Adonias Filho, Planaltina

Crise política em Águas Claras


Do DFTV: O agora ex-administrador José Júlio de Oliveira diz que a Administração de Águas Claras tinha 112 funcionários comissionados, aqueles contratados sem concurso - número que foi reduzido para 43. Oliveira nomeou o advogado José Pereira da Silva para o posto de assessor jurídico e diz que o deputado distrital Chico Leite (PT) não gostou da indicação.

“Eu fui informado que o deputado tinha ficado extremamente magoado com essa nomeação, tendo em vista ele ter tido um desentendimento com essa pessoa, que já foi inclusive assessor dele”, afirma.

Por telefone, Leite afirmou que, em conversa com o governador Agnelo Queiroz, disse que retirou o apoio a José Júlio, mas não pediu a demissão. O presidente regional do PT, Roberto Policarpo, reclama que o partido não foi consultado sobre a demissão. “O administrador estava fazendo um bom trabalho, tinha um bom relacionamento com a comunidade, portanto, não tinha motivo nenhum. Cabe ao governo explicar ao partido e à população a saída do governador”, avalia Policarpo.

A assessoria do governador respondeu apenas que essas mudanças são normais em começo de governo. O atual chefe de gabinete, Rubens Ferreira da Costa, assumiu o cargo de administrador interinamente.

Fonte: Blog da Paola Lima

Deputada Celina Leão encontra situação delicada no Caje

Após visitar a Centro de Atendimento Juvenil Especializado (Caje) na tarde de ontem (5), a presidente da Comissão de Direitos Humanos e Ética da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PMN) não gostou nada, nada do que viu. A motivação da visita foi motivada pelas notícias veiculadas na imprensa de que no domingo (3), uma rebelião havia acontecido no local. Porém, tanto internos, quanto a direção do Caje desmentiram qualquer rebelião durante a visita. Contudo, a reclamação pela falta de recursos e das condições físicas do local foram unânimes. Celina fez questão de visitar todos os espaços do Centro e ficou apavorada: “Isso é desumano. Vou recomendar que o governador Agnelo Queiroz faça algo. É urgente”, destacou.

Os números no Caje assustam. Há espaço para acolher 106 interno, mas existem por lá 406. Destes, 329 estão em internação e 66 são provisórios. Mas, segundo relatos dos adolescentes, a espera pela sentença da Justiça demora, em alguns casos, mais de 2 anos. Cerca de 330 agentes fazem a segurança no local.

O descaso com as políticas públicas de prevenção faz com que a lotação máxima do Caje seja excedida em mais de 100%. Cada um dos jovens internos do Centro custam, por mês, R$ 7,4 mil ao estado. “O governo teria um gasto muito menor e um resultado muito melhor se investisse em prevenção. O maior problema é que o sistema de ressocialização destes jovens é tão precário, tão cheio de falhas, que boa parte deles tendem a sair do Caje ainda mais revoltados, podendo voltar ao mundo do crime”, acredita a distrital. “O governo tem que trabalhar a prevenção, não a repressão”, completa.

Rebelião – No domingo (3), veículos de comunicação do DF noticiaram uma rebelião no Caje, que teria acontecido no M10, onde alguns adolescentes e agentes teriam se ferindo num suposto confronto. A direção do Centro descartou ter acontecido uma rebelião. “No máximo uma tentativa de conflito que foi resolvida rapidamente”, explicou a diretora do local Maria Beatriz Carvalho. Alguns internos foram ouvidos pela deputada e reclamaram das condições do local. Celina constatou que os quartos onde os jovens dormem estão em condições desumanas. Onde dormiriam 3, se alojam 5. Alguns dormem dentro dos banheiros, que são minúsculos.

Além disso, os adolescentes reclamam da comida. Muitos apontaram que a alimentação servida no Módulo 10 estaria sem condições de consumo. Alguns quartos foram encontrados sem luz, devido às lâmpadas terem queimado. Outra reclamação recorrente foi a demora na espera pela decisão da Justiça pela sentença final dos jovens.

Celina garantiu que enviará ao Governo do Distrito Federal (GDF) o relatório da Comissão de Direitos Humanos da CLDF e pedirá urgência na resolução dos problemas. O Caje sofre com falta de recursos para a realização de oficinas para os adolescentes e instalações completamente insalubres. “Não temos sequer um fundo para comprarmos uma lâmpada, ou pintar uma parede, por exemplo”, explica a diretora do local. A presidente da Comissão destacou ainda que pedirá atenção especial à comida servida aos jovens.


Fonte: CLDF