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terça-feira, 5 de abril de 2011

Administrador de Águas Claras deixa o governo

Segunda baixa oficial no governo Agnelo: o administrador de Águas Claras, José Júlio de Oliveira, foi exonerado hoje (04).

A suspeita é de que ele estava usando a máquina para fazer campanha eleitoral antecipada para deputado distrital. O deputado Chico Leite (PT) havia indicado o nome dele e retirou o apoio.

O atual chefe de gabinete, Rubem Ferreira da Costa, fica no lugar.

Outras mudanças devem ocorrer no governo, possivelmente um secretário deve sair.

Fonte: Blog da Ana Maria Campos

VERGONHA PARA PETISTAS E CLDF

Fonte segura afirma que se o PT não ingressar com pedido de investigação contra o secretário de Justiça do DF, deputado Alirio Neto (PPS) até a próxima quarta-feira (6), o MPDFT intervirá e pedirá o afastamento dele. O presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Patrício (PT),  finge não saber o que jornais, blogs e tevês mostram acerca das denúncias que envolvem o parlamentar do PPS que também é delegado aposentado da PCDF.  É preciso investigar toda e qualquer denúncia, não é mesmo?! E o Corregedor, por que está tão quieto no caso de Alírio? E o governador Agnelo Queiroz (PT), por que não afasta o deputado da secretaria de Justiça, até que tudo seja devidamente esclarecido?

Fonte: Blog do Donny Silva

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tudo na vida é circunstancial

Por um instante, parece que a era da mordaça tomou conta do Distrito Federal. Há quase cem dias, a verdade tem se calado aos poucos. E com ela, gradativamente, vários jornais pequenos no tamanho, mas grandes na importância. Como conta-gotas, veículos estão sendo fechados. E um silêncio nada inusitado toma conta das redações remanescentes. Isso quase milimetricamente trabalhado por quem defende uma imprensa censurada e vendida. Trata-se de uma forma arcaica de fazer política, mas que o Distrito Federal conhece bem como funciona.

Como tudo na vida é circunstancial, o momento permite que a lei da mordaça volte à moda. A caneta está sob o poder de quem menos interessa que tudo realmente seja dito e devidamente comprovado. É mais fácil encarar a sociedade dessa forma, da mentira, sem o desgaste de ter de dar explicações.

Não é fácil chegar onde o jornal O Distrital chegou. Não foi fácil construir uma história de nove anos de cobertura de fatos importantes para a nossa comunidade. A exemplo da denúncia sobre o recente descaso com os hemofílicos, ou mesmo sobre a falta de PKU na rede pública de saúde, alimento essencial para a vida de crianças com fenilcetanúria.

Fomos a campo apurar denúncia sobre possível caça à comunidade quilombola que habita região da Cidade Ocidental (GO) ,que é alvo de poderes econômicos da capital do Brasil interessados na construção de condomínios na região, hoje protegida como Patrimônio Cultural.

Denúncias de corrupção também estamparam as páginas do jornal, como o furo da explosão da Caixa de Pandora, da mesma forma com que foi dado espaço a quem sofria algum tipo de perseguição da imprensa local e que não conseguia um canal para se defender. A hoje deputada federal Erika Kokay (PT) e o deputado distrital reeleito Roney Nemer (PMDB) sabem bem do que estamos falando.

Enfim, depois de longos 9 anos de história e de existência, o jornal O Distrital chega ao seu fim. Fecha as portas talvez por não ter se curvado aos interesses do grupo que pensa ser o poder. Ou simplesmente por ter incomodado com a linha independente de redação. Fato é que não houve quem brigasse pela continuidade da imprensa que não fala o que é pago para ser falado. Foi assim com a Tribuna do Brasil, que também fechou as portas, com o jornal Nossa Quadra, e será assim com outros inúmeros veículos que temem a sabotagem publicitária e, por isso, tentam se moldar ao esquema montado por quem, ironicamente, sempre defendeu a liberdade, a democracia e o livre direito de expressão.

Ainda como ironia, a notícia do fechamento de O Distrital ocorreu justamente numa data que homenageia a atual forma de lidar com a imprensa na capital: o dia primeiro de abril. Apesar da dificuldade do momento, a coincidência conformou de certa forma a todos que fizeram a história deste jornal.

Aos nossos colaboradores, aos nossos jornalistas, aos nossos apoiadores e, claro, leitores, o nosso muito obrigado. Encerramos nossas atividades divididos pela sensação de missão cumprida e a frustração de não termos mostrado o que há de se mostrar. Nosso objetivo de servir à população, pelo menos, foi fielmente seguido.

Tudo na vida é circunstancial e o título deste editorial não poderia ser mais apropriado. Toda a decisão que se toma depende apenas das circunstâncias do momento. E não poderíamos esquecer de mencionar que este editorial nasceu após diversas conversas que tivemos durante todo o mês de março com uma conhecida jornalista da cidade. E chegamos a uma conclusão: a verdade sempre aparece. Por mais que os mentirosos de plantão tentem empurrá-la para de baixo do tapete. E esse é o nosso consolo.

Fonte: O Distrital



domingo, 3 de abril de 2011

GOVERNO DO PT/PMDB E OS QUASE 100 DIAS… DE CRISE

Publicado em 03/04/2011 por Donny Silva

DISTRITO FEDERAL

População do DF vive caos nos serviços públicos essenciais

Jornal da Comunidade

Há quase 100 dias de governo, o Distrito Federal enfrenta uma das piores crises na prestação dos serviços públicos à população com greves ou ameaças de greves em áreas essenciais como segurança, transporte, saúde e educação. Pela segunda vez este ano os policiais civis cruzaram os braços. O primeiro período de paralisação foi entre 23 e 26 de fevereiro. Agora, a categoria está paralisada novamente e, apesar de a Justiça determinar a ilegalidade de a greve, ainda assim os agentes optaram por correr o risco de pagar multa de R$ 50 mil por dia de paralisação e levam adiante a mobilização.

O Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF) foi notificado, na quinta-feira (31) sobre a determinação do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) de suspender a greve da categoria sob pena do pagamento de multa diária por descumprimento. No entanto, os policiais continuam de braços cruzados. Segundo a direção do Sinpol, a categoria já entrou com um recurso contra a liminar proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e acatada pelo TJDFT. Os policiais reivindicam a reestruturação da carreira e um aumento salarial de 28%, além de progressão do salário anual.

Por conta da greve, a Polícia Civil do DF trabalha em escala de plantão e só está atendendo a flagrantes, crimes contra a vida e contra o patrimônio e crimes relacionados à Lei Maria da Penha. O registro de ocorrências de menor potencial ofensivo e a abertura de novas investigações estão suspensos.

Na educação, os professores engrossam o coro que reforça que nada está bem. A categoria se reuniu na última quinta-feira, 31, e já sinalizou estado de greve com indicativo de paralisação a ser definido na próxima assembleia, marcada para o dia 13 de abril. Até lá, a expectativa é de que todas as atividades da área sigam normalmente, o que abre possibilidade de o governo tentar um acordo e abortar uma possível paralisação geral. No entanto, com o indicativo de greve aprovado em assembleia, caso não haja avanço na negociação, os profissionais da educação podem resolver parar a qualquer momento.

A queda de braço entre governo e educadores segue assim: os professores reivindicam 13,83% de reajuste salarial, enquanto o GDF quer pagar somente 5%; a categoria quer plano de saúde imediato, enquanto o governo anuncia o benefício só para o ano que vem.

Em nota oficial encaminhada aos professores do ensino público, o GDF se comprometeu a instalar imediatamente um grupo de trabalho para, em conjunto com o Sinpro-DF, trabalhar a reestruturação do plano de carreira dos profissionais da educação e também prometeu reajustar o auxílio alimentação na primeira quinzena de maio. No entanto, a proposta do GDF com relação ao reajuste salarial (5%) e à implantação do plano de saúde (2012) ficou muito aquém do desejável pela categoria que promete continuar mobilizada.

Ainda em nota, o GDF declara que a situação encontrada pelo atual governo é de um déficit orçamentário em torno de R$ 500 milhões, além dos reajustes já concedidos para 2011, comprometidos em legislação aprovada em 2010 e repassados para o atual exercício. A nota é assinada pelos secretários de Administração Pública, Denilson Bento da Costa; de Educação, Regina Vinhaes Gracindo; de Fazenda, Valdir Moysés Simão; e de Planejamento e Orçamento do DF, Edson Ronaldo Nascimento. O governo se comprometeu ainda a entregar à categoria de professores, nos próximos dias, os dados oficiais da atual situação financeira do DF.

O Sinpro-DF circulou um boletim informativo reafirmando as reivindicações da categoria e cobrando os compromissos assumidos pelo então candidato ao GDF, Agnelo Queiroz, que hoje ocupa o mais alto posto do Executivo local. A entidade se diz indignada com as entrevistas dadas por Agnelo em que o governador dá a entender que os professores estavam ameaçando entrar em greve, antes de negociar. “Na opinião do sindicato, ele mostrou sua falta de habilidade para lidar com a mobilização dos trabalhadores, ao acusar de ‘oportunistas’ aqueles que se organizam para lutar por seus direitos. Nenhum membro do atual governo pode acusar a categoria de não buscar o diálogo e a negociação. A nossa pauta de reivindicações foi entregue à equipe de transição, antes mesmo de o governo tomar posse”, diz o boletim.

A expectativa agora é pelo desenrolar das negociações que terá o seu ponto alto na próxima assembleia geral da categoria marcada para o próximo dia 13 de abril, às 9h30, no estacionamento do estádio Mané Garrincha.

Metroviários e agentes penitenciários recuam

No transporte público, os metroviários já pararam uma vez este ano, no período de 14 a 17 de março, e na última semana ameaçaram nova paralisação, que foi cancelada graças a uma proposta da Companhia do Metropolitano (Metrô-DF) que contempla aumento salarial de 6,8%, auxílio-creche de R$ 150 a R$ 200, auxílio-alimentação entre R$ 590 e R$ 770, além da realização de concursos públicos para o setor. Apesar do acordo, o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do DF (Sindmetrô) informou que a categoria vai manter estado de greve pelos próximos três meses.

Depois de 21 dias de greve, os funcionários da Cooperativa de Profissionais de Transportes (Coopatran) voltaram a trabalhar hoje. Eles reivindicavam os salários atrasados de três meses. A população das regiões do Arapoanga e do Vale do Amanhecer, em Planaltina, foi quem mais sofreu com essa greve e continua sofrendo a consequência da má gestão do transporte no local.

Já os agentes penitenciários haviam agendado paralisação, mas com o avanço na negociação com a Secretaria de Segurança Pública, o movimento está suspenso. Segundo o secretário geral do Sindicato dos Agentes de Atividade Penitenciária (Sindpen-DF), Leandro Alan Vieira, os profissionais irão se reunir no próximo dia 12.

Saúde se mobiliza por melhorias

Os profissionais da saúde também começam a se mobilizar e prometem ir à luta para reivindicar as melhorias urgentes. O Sindicato da Saúde (SindSaude) vai realizar no próximo dia 13, às 10h, em frente ao Palácio do Buriti, a segunda assembleia deste ano para reivindicar a implantação do plano de saúde, plano de carreira, tíquete-alimentação e os benefícios prometidos pelo governador Agnelo Queiroz ainda durante a sua candidatura.

Na semana passada, a categoria aprovou a pauta de reivindicação e o SindSaúde se responsabilizou por encaminhar o documento ao secretário de Saúde, Rafael Aguiar Barbosa. Os profissionais reivindicam que o governador Agnelo Queiroz monte uma mesa de negociação para discutir as 13 propostas voltadas para a saúde que ele prometeu durante a campanha eleitoral. O movimento dos servidores da saúde vai se unir ao dos demais servidores públicos do DF no ato público programado para o próximo dia 13 de abril. O objetivo é concentrar os esforços em busca de benefícios semelhantes. A maioria da classe trabalhista do GDF está indignada com as promessas não cumpridas e, entre os profissionais mais afetados estão os que trabalham com os serviços básicos e fundamentais para a população, a exemplo da saúde e educação.

O secretário geral do Sindicato dos Servidores Públicos do DF (Sindser), Cícero Rola, adiantou que o ato público que reunirá todos os servidores vai focar na demanda mais antiga da classe, que já se arrasta por dez anos, que é o direito ao plano de saúde. Esta também é uma das solicitações do SindSaúde. “O direito já está previsto no orçamento deste ano. Tudo foi garantido e fechado no ano passado. Não foi possível por conta da crise que assolou o GDF e agora achamos que devemos implantar isso.”

Cícero explicou que alguns dos trabalhadores já possui o benefício, cujo custeio é dividido entre o GDF e os próprios trabalhadores. No entanto, o movimento vai solicitar a expansão e a defesa da implantação do plano de saúde a todos os servidores.

Vigilância Ambiental – Na última semana, os agentes de vigilância ambiental do DF deram início a uma “operação tartaruga”. Eles atuam principalmente no combate à dengue e com esta ação diminui o número de visitas às residências. Segundo o Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental e Agentes Comunitários de Saúde (Sindvacs-DF), as reivindicações já foram enviadas para a Secretaria de Saúde, mas os trabalhadores ainda não tiveram nenhum acordo.

Fonte: Jornal da Comunidade
Publicado por Blog do Donny Silva

quinta-feira, 31 de março de 2011

MARANATA!!! ELE PEDIU PARA SAIR

Distrito Federal – O dono da rede de lojas de construção Maranata, José Moacir, se reuniu com o governador Agnelo Queiroz na noite de terça-feira (29/3), no Palácio do Buriti, para pedir a exoneração do cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico. Moacir alegou problemas pessoais para deixar a pasta e recebeu o apoio do governador.

Na verdade, ele se antecipou devido ao temor de que denúncias que estão em gestação contra seu grupo de empresas, algumas registradas como ‘ME’ mas com alto faturamento, viessem à púlico. Sem falar no incômodo de ter sido indicado pelo deputado distrital Chico Vigilante, que comprou briga com a oposicionista Celina Leão. Moacir doou dinheiro para a campanha do petista, e por último, o dono da Maranata não sabia o que fazer lá na secretaria.

Só resta agora alguém do PT pedir ao dono da Casa das Molduras, que chefia o gabinete de Campanella, lá no DFtrans, para pedir para sair. Tá fazendo o quê por lá?!

Fonte: Blog do Donny Silva

terça-feira, 29 de março de 2011

Governador do DF perde ação contra Google Brasil

O governador do DF perdeu causa contra a empresa Google Brasil Internet Ltda em ação na 6ª Vara Cível de Brasília. O autor queria que a empresa retirasse do blog "azulroriz" uma matéria que seria caluniosa contra ele. O juiz entendeu que a empresa não seria responsável pela inserção dos conteúdos no blog. Cabe recurso da decisão.

O autor alegou que, em maio de 2010, simpatizantes de um pré-candidato às eleições para governador do DF publicaram no blog uma nota caluniosa, afirmando que o autor teria sido preso por desvio de verbas de programas sociais do Ministério do Esporte. O governador afirmou que a informação não é verídica e pediu que a Google Brasil retirasse o conteúdo do site imediatamente, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

A ré contestou, sob o argumento de que não é possível fiscalizar previamente o conteúdo e fornecimento de dados pessoais, como RG, CPF e endereços. A Google Brasil se respaldou no princípio da liberdade de expressão e de manifestação do pensamento.

Na sentença, o juiz afirmou que não há fundamento para atribuir à ré a obrigação de retirar do site as opiniões realizadas por terceiros. O magistrado explicou que a relação jurídica entre o blogueiro e a ré é definida no termo de adesão disponível na internet. No termo consta que o usuário concorda em isentar e desresponsabilizar o Google de qualquer despesa proveniente de queixas, perdas, danos, ações judiciais, sentenças, despesas processuais ou honorários de qualquer tipo e natureza.

"A empresa Google Brasil Internet Ltda não gerencia nem administra o blog 'azulroriz', de modo que não é responsável pelas inserções realizadas", afirmou o magistrado. O juiz esclareceu ainda que as publicações injuriosas e caluniosas contra o autor decorreram do processo eleitoral e que o Tribunal Regional Eleitoral possui mecanismos e instrumentos próprios tanto para identificar os ofensores quanto para coibir a ação de terceiros, facilmente identificável pelo internet protocol (IP). "A conduta informada neste processo chega mesmo a constituir, em tese, crime eleitoral previsto no art. 324 do Código Eleitoral", acrescentou o juiz.

O magistrado julgou improcedente o pedido e condenou o autor ao pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios, fixados em R$ 1.500,00.


Fonte: TJDFT/Imagem: Google



segunda-feira, 28 de março de 2011

Deputada Celina Leão quer garantia dos direitos humanos

A deputada distrital Celina Leão (PMN) foi eleita a presidente da Comissão de Defesa Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa. A comissão permanente, que atua perante entidades sociais e órgãos públicos para investigar denúncias de violação aos direitos humanos e combater as causas de violência, terá como vice-presidente o deputado distrital Cristiano Araújo (PTB).


Celina fez questão de ressaltar que há muito a ser feito. “O trabalho será realizado com muita transparência, que é o que a sociedade espera de um deputado. Não me furtarei de nenhuma tarefa como presidente desta comissão”, enfatizou. A comissão é a responsável também por relatório indicando ou não a quebra de decoro parlamentar no Legislativo, ou seja, para qualquer processo que envolva os deputados distritais cabe à Comissão de Ética o parecer para investigação e instauração de processo, ou não.


“Mas este não é o papel principal da comissão. Não podemos começar uma legislatura achando que vamos ter uma avalanche de processos por quebra de decoro. O foco neste momento é a garantia dos direitos humanos”, ressaltou Celina.


Fonte: O Distrital